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PETROBRAS – Pedro Parente entrega a Petrobras aos gringos com auxílio do Dr. Moro.

Cancella: É proibido criticar Moro e Lava Jato, mas Pedro Parente entregar a Petrobras aos gringos, com auxílio do juiz, pode

22 de janeiro de 2017 às 10h25

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petrobras moro parente

Pedro Parente, com auxílio de Moro, entrega Petrobrás a gringos.

por Emanuel Cancella,em seu blog, 21/01/2017, sugestão de Gustavo Santos 

Lava Jato, segundo a mídia, virou uma unanimidade nacional!

Isso é caçoar da inteligência dos brasileiros, talvez fazendo alusão ao escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues que dizia que “Toda unanimidade é burra”.

Entretanto ,a sociedade já começa a enxergar a verdade e vai perceber que juiz Sérgio Moro pode até ser herói nacional, mas dos EUA.

Aliás, o governo americano o premiou e as suas principais revistas também, Time e Fortune, o exaltaram. Fizeram isso pelos excelentes serviços prestados ao povo americano, entre tantos:

1 — Moro chamou os procuradores americanos para investigar a Petrobras, legitimando a espionagem contra o Brasil;

2 — Os tribunais americanos estão de olho no petróleo brasileiro e querem destruir a Petrobras e contam com a ajuda incondicional da Lava Jato;

Eles assim defendem que a causa da queda das ações da Petrobras foi a corrupção. Mas isso é uma grande farsa, até porque as ações de petroleiras despencaram no mundo todo, não só no Brasil.

E Moro, colaborando com a tese deles, mandou os ladrões da Petrobras testemunharem nos tribunais americanos em favor dos gringos.

Moro, os americanos e o mundo sabem que a queda das ações foi uma tramoia dos EUA e da Arábia Saudita, quando aumentaram drasticamente a oferta de petróleo no mercado, fazendo com que o preço do barril do petróleo de US$ 140 fosse para US$ 30.

Os EUA fizeram isso para prejudicar os países produtores, como Rússia, Irã, Brasil e Venezuela. Parece que no Brasil funcionou.

3 — Lava Jato e a mídia, incansavelmente, trabalham para desmoralizar a Petrobras, com o intuito único e exclusivo de facilitar sua entrega aos americanos. A Lava Jato fornecia, como num reality show, diariamente, informações denegrindo a Petrobras e o governo Dilma, preparando terreno para o golpe e para a entrega de nossas riquezas. Assim a Globo concedeu a Moro o prêmio de “Homem que faz a diferença”.

4 — Nunca quiseram acabar com a corrupção, pois Moro só mostrou a corrupção nos governos do PT, de Lula e Dilma, na Petrobras. E não mostrou as barbáries cometidas pelos tucanos, isto porque eles fazem parte da panelinha dos que querem entregar nosso petróleo.

A corrupção no governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, na Petrobras, jamais foi mostrada pela Lava Jato, nem com FHC reconhecendo em seu livro, Diários da Presidência, que havia corrupção em seu governo, na Petrobras. E, com certeza, era infinitamente maior do que no período de Lula e Dilma, só que eles não deixam investigar.

O Filho de FHC já foi citado em corrupção na Petrobras pelo ex-diretor da empresa, o preso Nestor Cerveró, e pelo operador do PMDB, Fernando Baiano. E Moro faz ouvido de Mercador!

5 — Agora o tucano Pedro Parente está fazendo um feirão com os ativos da Petrobras. Parece comercial de televisão “Parente ficou Doido”, pois entrega tudo — como vender petróleo do pré-sal do campo de Carcará, sem licitação, a preço de um refrigerante, quando o preço do petróleo no mercado internacional está acima de US$ 55 o barril. E a Lava Jato finge que não vê!

O golpe foi dado com a ajuda dos americanos no Brasil, mas a mídia e os golpistas não aceitam a palavra golpe, inclusive a ministra Rosa Weber interpelou a presidenta Dilma para explicar por que chamou o golpe de “Golpe”.

E, por ordem dos golpistas, não podemos nem falar de golpe e também não podemos fazer criticas nem ao juiz Sérgio Moro e nem à Lava Jato. Elogiar pode! Como se não bastasse o MPF não quer nem que a Polícia Federal faça críticas à Lava Jato.

Eu denunciei, em novembro de 2016, ao MPF, a omissão da Lava Jato em relação ao governo tucano de FHC e à gestão do Pedro Parente na Petrobrás.

Em dezembro fui intimado pelo MPF, atendendo a pedido do juiz Sérgio Moro, por possível crime contra honra do servidor público.

Três meses depois veio a resposta da minha denúncia mandando que eu reenviasse a denúncia seguindo um passo a passo lá deles.

Nem precisaria de denúncia, pois se estão destruindo o patrimônio público, já que envolve a Petrobras, creio que o MPF deveria agir de ofício. E o feirão continua de vento em popa!

No golpe militar, que durou 21 anos, proibiam também de falar ou escrever determinadas palavras e muitos textos teatrais e músicas foram censurados por isso.

No golpe de 2016 é proibido falar ou escrever a palavra golpe, bem como criticar o juiz Moro e a Lava Jato. Detalhe: destruir o país, pode!

Emanuel Cancella é da coordenação do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e autor do livro “A outra face de Sérgio Moro”.


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PETROBRAS – O entreguismo do governo Temer.

Petrolíferas compram campos de petróleo de olho no novo ciclo: pré-sal brasileiro é cada vez mais a joia roubada da coroa!

Já comentamos aqui neste espaço várias vezes sobre o fenômeno do ciclo petro-econômico que alterna as fases de expansão e de colapso, da qual se começa a sair depois dois anos e meio.

A fase de expansão ligado aos preços do barril de petróleo acompanhou os quatro anos seguidos de preços acima de US$ 100. Período tão longo de preços altos é o primeiro e único na história.

Assim, a fase de colapso levou à redução drástica – uma das maiores da história – dos investimentos na procura de novos campos de petróleo, com a atuação das sondas de perfuração caindo a menos da metade do que havia antes.

A mudança de fase no ciclo do petróleo fez com que os investimentos de capital no setor que chegou ao volume de cerca de US$ 800 bilhões por ano, entre 2001 e 2013 (segundo a consultoria Rystad Energy) caíram violentamente a partir de 2015.

Neste contexto, as descobertas de petróleo e gás natural ao redor do mundo caíram no ano passado para o menor nível em setenta anos (desde 1940), segundo a consultoria norueguesa do setor, a Rystad Energy.

Em 2016, o volume de novos reservatórios descobertos somam pouco mais de 6 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), sendo 2,3 milhões em ambiente offshore e a maioria de gás. (Dados de matéria da agência Reuters em 18 jan.2017)

Além disso, as operadoras e petrolíferas passaram a reduzir freneticamente os custos de produção para tentar se adequar ao novo cenário, o que levou a um número enorme de fusões e aquisições de empresas no setor, por conta do endividamento de empresas menores.

Estes fatos levaram ao uso dos reservatórios de petróleo já existentes em todo o mundo que levou ao declínio destas reservas a uma extraordinária taxa de 10 % ao ano.

Observando no horizonte a redução das reservas no mundo e um novo ciclo do petróleo, as petrolíferas passaram a atuar de forma frenética na busca de ativos (campos e poços de petróleo).

Tratam-se de ações anticíclicas de olho na nova fase de colapso. Esta interpretação tem levado não apenas a compras legais de ativos de petróleo, mas a golpes políticos que viabilizem geopoliticamente esta situação. Em 7 de julho de 2016 (aqui) e 2 janeiro de 2017 (aqui), este blog comentou em notas sobre os investimentos anticíclicos na indústria do petróleo.

É nesta conjuntura que a consultoria Energy Market Square informou que as aquisições de campos de petróleo e gás triplicaram para 31 bilhões de dólares em dezembro em relação a novembro, exatamente, quando foi anunciado o acordo da Opep e outros países exportadores para cortar a produção de petróleo no mundo.

Em outra matéria da Reuters (19 jan.2017), Sachin Oza, co-gerente da Guinness Global Oil and Gas Exploration Trust disse que “quando você corta investimentos, e dois anos e meio depois vê a produção declinando e as reservas se esgotando, só há uma escolha, que é ir atrás de recursos de alta qualidade. Se você não gastou seu tempo com essas oportunidades…você só tem uma opção: tem que comprá-las.”

É neste contexto que se deve compreender a importância do pré-sal brasileiro que é a maior fronteira petrolífera descoberta no mundo nas duas últimas décadas.

Em 2015 publiquei na revista Espaço e Economia, o artigo “A ampliação da fronteira de exploração petrolífera no Brasil é parte da geopolítica da energia: oportunidades e riscos de inserção global em meio às novas territorialidades regionais e ao desafio da abundância na economia dos royalties no Estado do Rio de Janeiro” onde consta o mapa (abaixo) destas seis das dez maiores descobertas de petróleo do mundo desde 2008.

Com o extraordinário baixo custo de extração – uma surpresa para todo o mundo, decorrente da competência técnica e expertise da Petrobras – o Brasil possui, desde 2008, seis dos dez maiores campos de petróleo descobertos no mundo (três primeiros: Franco, Libra e Iara).

A Petrobras em enorme esforço a ser realçado superou as condições complexas para exploração e produção para jazidas em profundidades de 5 km. Poços de mais de 7 km de extensão, em altas pressões e baixas temperaturas e em rochas pouco conhecidas e estudadas até então, com até 2 mil metros de espessura. Exploração em reservatórios distantes até 300 km, que exigiram o desenvolvimento de materiais, tecnologias e equipamentos específicos. (MORAIS, Valor, p.A12, 20/01/17)

Estas inovações feitas em tempos recordes, levara à redução em até 60% do tempo de perfuração dos poços e de preparação para produção até então que estão levando hoje, ao aumento da produção no pré-sal iniciada em 2010 a quase metade de toda a produção nacional de petróleo com novos recordes de produção de óleo e gás no país.

Diante de tudo isto, é triste lamentar o entreguismo de nossas riquezas diante de evidências tão significativas. As perdas são muito maiores que os já lamentáveis desvios de recursos realizados na Petrobras. Infelizmente, a maior parte da população ainda segue desinformada pela mídia comercial sobre esta realidade.


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PETRÓLEO – Relação entre petróleo e alimentação.

Como deslubrificar o mundo do petróleo?

Não creio que até o meio deste século, o petróleo deixe de ter a importância que foi obtendo desde as revoluções industriais e que possibilitou a ampliação da hegemonia do sistema capitalista. Ao analisar este processo há que se separar a diferença entre desejos e a análise do fenômeno real.

Em minha ampla pesquisa com tudo que se relaciona ao petróleo, o indicador que mais me impressionou foi a imensa relação entre o petróleo e a alimentação em todo o mundo. Veja ao lado o gráfico com as duas curvas de preço (ao longo de uma década) que são similares no período observado entre 2002 e 2012.

Isto se dá por vários motivos. O primeiro deles é que o petróleo através das demandas de adubos e pesticidas – insumos para a agricultura – mas, principalmente pela enorme demanda de combustível para o transporte de toda a cadeia produtiva até o consumidor final.

Mais da metade da alimentação do mundo está concentrada em três alimentos: trigo, milho e arroz. Num grau menor também da soja. Todas consideradas como commodities do agronegócio e da produção em massa, embora a maior parte (cerca de 70%) seja de alimentos produzidos no mundo por pequenos agricultores.

Entre diversas outras questões que o assunto remete, o rompimento com o sistema intercapitalista lubrificado pelo petróleo (ALTVATER, 2010) no mundo – numa espécie de deslubrificação – só se tornará paulatinamente real, com o ruptura desta dependência que hoje a agricultura tem do petróleo.

Hoje estima-se que para cada caloria colocada sobre nossos pratos, seriam necessários de 10 a 12 calorias de energia fóssil como insumo ou energia de transporte (Filme francês: Demain (Amanhã), 2015). Este dado é espantoso.

Não haverá saídas que não comece com o rompimento desta dependência, que envolve poderosos interesses em termos geopolíticos, de domínio e de hegemonias.

Difícil acreditar em rupturas velozes neste processo complexo e imbricado. Assim, as cordas seguem sendo esticadas em termos das enormes acumulações dos sistemas financeiros e da produção, controlada por acionistas instalados em algumas poucas nações.

Postado por Roberto Moraes


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PETROBRAS – É proibido roubar…..mas apenas em português.

Mas se a Veja admite que não é por moralidade, por que é?

vejaparente

O que este blog viu há duas semanas – e que Joaquim  de Carvalho, no DCM, aprofundou – agora é reconhecido pela própria Veja.

As empreiteiras estrangeiras convidadas pela Petrobras para substituir as corruptas empreiteiras brasileiras são…corruptas.

Veja aí em cima a nota que a revista publica na edição que circula hoje, apontando que, das 30, 21 estão medidas em escândalos ou já confessaram a propinagem  em acordos de leniência.

Não teremos mais propinas, só bribes.

A hipocrisia do discurso moralizador está aí, exposta em sua nudez imoral, porque de traição ao seu próprio país, à sua economia, aos seus empregos.

“Consultada, a Petrobras disse que elas têm capacidade financeira e operacional de entregar as obras”, que cinismo! Pode não haver ética entre os empreiteiros nacionais – como aliás há muito pouca em qualquer negócio milionário, mas capacidade de realizar obras imensas e complexas de engenharia é uma das poucas expertises em que o Brasil não fica nada a dever em relação ao mundo.

Não é preciso ser de esquerda para defender isso e até um Trump defende a economia de seu país.

Aqui, não. É proibido roubar, mas apenas em português.


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PETROBRAS – A corrida para entregar o pré-sal.

Temer corre para completar entrega do pré-sal

GARCOM

Enquanto estamos ocupado assistindo às batalhas campais nas penitenciárias e em discutir quem será o dono dos segredos da Lava Jato, o governo Temer acelera a entrega de nossas jazidas de petróleo, na hora em que o mundo corta tanto a exploração que retorna em meio século o nível das descobertas.

A Reuters anuncia que  ” o governo federal pretende realizar em novembro o segundo leilão deste ano de áreas de petróleo e gás localizadas na camada pré-sal, e quer realizar outro leilão do pré-sal em 2018″.

O primeiro, a entrega de áreas vizinhas a campos já licitados – no jargão técnico, a unitização de áreas produtoras –  o governo quer  antecipar para o primeiro semestre deste ano.

Portanto, três leilões num curto espaço de tempo.

Com o petróleo ainda em preços baixos, os preços também serão baixos.

E as condições, mais favoráveis aos estrangeiros: a matéria fala que o petróleo exportado pode ser considerado na conta de “conteúdo nacional”, em lugar de navios, equipamentos, insumos industriais produzidos aqui, gerando emprego e renda.

É a canalha vende-pátria a todo vapor, criando os fatos consumados que uma esquerda de cabeça frouxa, depois, irá respeitar na base da “segurança jurídica” e do “honrar contratos”.

O ladrão roubou, mas temos de garantir os direitos do receptador que, afinal, pagou o preço que o larápio pediu.


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PETROBRAS – Por que tanto olho no nosso pré-sal?

Por que tanto olho no nosso pré-sal? Porque não estão achando óleo para os próximos 20 anos

PEAK

Quer entender em poucos minutos a razão da voracidade estrangeira sobre o nosso pré-sal?

Leia a matéria da Reuters, publicada agora há pouco, em que uma respeitada consultoria norueguesa, a Rystad Energy, relata que, em 2016, “as descobertas de petróleo e gás natural ao redor do mundo caíram no ano passado para o menor nível desde os anos 1940” com o mapeamento de jazidas de apenas 6 bilhões de barris em todo o planeta, somando petróleo e gás natural.

É metade do em alguns campos do nosso pré-sal. Libra e  Búzios (ex- Franco) têm até 12 bilhões de reservas e as estimativas para todo o pré-sal somam 176 bilhões de barris.

Que seja menos, 120 bilhões e ainda assim são 20 vezes todo o petróleo que se descobriu no mundo em 2016.

Estes seis bilhões de barris sustentariam o consumo mundial por um ano apenas nos níveis dos anos 40.

É claro que este volume ínfimo de descobertas se deveu em parte à retração das pesquisas por petróleo em função da queda do preço.

Mas a razão, mesmo, é que não há fronteira exploratória visível e viável fora do pré-sal brasileiro, ao menos não em escala gigante. Havia o Ártico, mas a Shell abandonou a exploração, sobretudo por ser caríssima, perigosa mas, também, questionada pelos aspectos ambientais.

Não há, exceto nosso polígono do pré-sal, onde o sucesso exploratório anda, nas perfurações da Petrobras, na faixa de 100%: ou seja, furou, achou.

É, aquele mesmo que os vende-pátria da Globo chamavam de patrimônio inútil.

É por isso que a canalha entreguista tem tanta pressa em tornar a entrega do pré-sal um fato consumado, que um governo com um mínimo de responsabilidade e amor ao país não entregaria.

E que terá de tomar de volta dos que os entregarem, mandando às favas o respeito aos contratos.

Não pode haver contrato válido se firmado com quem roubou a propriedade de um povo


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PETROBRAS – Pré-sal e os traíras de sempre.

Produção do pré-sal já é de R$ 83 milhões por dia. Quem entrega isso, não é traidor?

 

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Há  um ano, O Globo publicou um editorial mentiroso e entreguista sob o título de “O pré-sal pode ser patrimônio inútil“.

O “patrimônio inútil” fechou 2016 produzindo 56% de todo o petróleo e gás natural extraídos no Brasil, mesmo sendo ainda uma fronteira exploratória ainda muito pouco desenvolvida.

Foram 1,58 milhão de barris de óleo equivalente, somados líquido e gás, dos 2,82 milhões retirados no país.

Entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016, a produção total do pré-sal aumentou nada menos que 45%. Em termos de indústria do petróleo, quando se trata de grandes volumes, isto é gigantesco.

O pré-sal, sozinho, seria hoje o 15° maior produtor de petróleo do mundo. Gera, por dia, US$ 83 milhões  em valores brutos, ou US$ 30 bilhões de dólares por ano, isso se não aumentasse em uma gota a quantidade de óleo extraído.

Mas tem capacidade comprovada de dobrar esta quantidade com a entrada em operação dos campos de Libra e de Franco.

Será que é preciso mais para que se veja que a entrega desta riqueza, como está se fazendo, desavergonhadamente, é um crime de traição nacional?


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PETROBRAS – Na licitação gringa, só tem “gente boa”.

Joaquim de Carvalho, no DCM: o “Ei-bi-ci” da corrupção na licitação gringa da Petrobras.

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Imperdível o texto de Joaquim de Carvalho no Diário do Centro do Mundo.

“Googlou” e achou o que a nossa valorosa imprensa nem pensa em encontrar.

Uma por uma, as empreiteiras estrangeiras chamadas pela Petrobras para a licitação de uma unidade de gás no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro estão envolvidas, mundo afora, em casos de corrupção.

Joaquim vai na ordem alfabética, começando na letra A, da espanhola Acciona, da inglesa  Amec Foster Wheeler e da  francesa Areva.

Tidas metidas em fraude, sonegação e propinagem.

E vai até a alemã ThyssenKrupp, que andou dando uns dinheirinhos escusos na Turquia.

É o ABC da corrupção, agora transformado em “Ei-Bi-Ci” porque o roubo é em inglês.

Vira-latice e crime de lesão á economia brasileira,em nome da moralidade, sob os auspicios do Dr. Sérgio Moro e dos rapazes de Curitiba, chefes do Poder Judiciário brasileiro.


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PETROBRAS -Direção se perde em mentiras.

Vergonha: direção da Petrobras se perde em mentiras

Escrito por , Postado em Claudio Oliveira

Por Cláudio da Costa Oliveira, colunista do Cafezinho

Após reunião com a Federação Única dos Petroleiros (FUP) para negociação de acordo coletivo com os funcionários a Petrobras informou que o resultado do encontro “mostra o inicio de uma aproximação entre as demandas do trabalhadores e a situação financeira atual da empresa”.

Em diversas reuniões já ocorridas a Petrobras vem relutando em conceder a correção da inflação integral do período, alegando problemas financeiros.

Já alertei que os representantes dos trabalhadores tem de solicitar explicação da empresa sobre o assunto, considerando que os balanços publicados mostram uma empresa em excelente condição financeira. Além disto, os gastos com pessoal representam menos de 6% da receita da empresa, e a correção pela inflação teria um efeito extremamente insignificante.

Contrastando com o discurso feito para os empregados, em concorrido encontro com jornalistas no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (11/01), o diretor financeiro da Petrobras, Ivan Monteiro, informou que a companhia iniciou a semana com um caixa de US$ 22 bilhões o que dá “total tranquilidade” para a empresa cobrir o vencimento de suas dívidas pelos próximos dois anos e meio.

Ele lembrou que o sucesso da captação de US$ 4 bilhões por meio de emissão de bônus no exterior, na segunda-feira, abre espaço para melhoria dos ratings da empresa.

Monteiro observou que a intenção era captar só  US$ 2 bilhões, mas  a reação positiva à operação possibilitou o aumento para US$ 4 bilhões.

“Nossa posição de caixa é maior que todos os vencimentos (dividas) de 2017 e 2018. Isso antes das operações (emissão de bônus) e antes do recebimento dos (recursos) desinvestimentos feitos em 2016, que entrarão no caixa ao longo deste ano, fora os ativos que ainda serão vendidos. Se a Petrobras não fizer nada nestes dois anos e meio, ela já tem recursos suficientes para cumprir com seu serviço da dívida”

No mesmo encontro, o atual presidente da Petrobras, Pedro Parente, também falou ressaltando que as margens nos preços dos combustíveis tem fortalecido o caixa da empresa. Disse que mesmo não tendo havido aumento no preço da gasolina na última semana, a Petrobras tem mantido as margens “num patamar adequado”

Fica portanto claro que eles mentem para os funcionários quando dizem que tem dificuldades financeiras até para conceder um reajuste pela inflação.

Eles mentem também para os jornalistas e para o povo brasileiro, quando comemoram um caixa de US$ 22 bilhões, como se fosse obra da administração atual.

Comentando o balanço de 2015, o então presidente, Aldemir Bendini, disse que a empresa tinha caixa para atender seus compromissos em 2016 e 2017. No final de 2015 o caixa da Petrobras era de US$ 25 bilhões.

Em maio de 2016, quando saiu da Petrobras, Bendini disse que estava entregando uma empresa com R$ 100 bilhões em caixa, que no câmbio da época equivaliam a US$ 27 bilhões.

A verdade é que , independentemente da administração, a Petrobras sempre foi, é, e pode continuar sendo, produtiva, lucrativa e com forte geração de caixa.

Eu disse “pode continuar sendo” porque a atual administração está dilapidando a empresa, para atender um Plano de Negócios absurdo, cujo objetivo é atingir um indicador de alavancagem de 2,5, que não tem nenhum sentido.

Importantes ativos estão sendo vendidos a preço de banana, em negociatas diretas, sem concorrência e ao arrepio da lei.

Ao mesmo tempo em que eles se gabam de que a situação financeira é tranquila e mostram como é fácil captar recursos quando se tem uma reserva como a do pré-sal que garante tudo. Sendo que depois da descoberta do pré-sal, todas as vezes que a companhia foi ao mercado captar recursos, as ofertas foram muito maiores do que o que ela demandava. Nesta última captação a empresa solicitou US$ 2 bilhões e a oferta foi de US$ 20 bilhões. Por outro lado as reservas estão sendo entregues às petroleiras estrangeiras,  sob a justificativa de que a empresa não tem recursos para tocar os projetos. É muita mentira ao mesmo tempo.

Procuradores federais deveriam solicitar uma intervenção imediata na companhia paralisando este projeto lesa-pátria.

A Petrobras não é um problema só dos petroleiros. A Petrobras é o maior ativo na nação brasileira. O pré-sal é uma dádiva de Deus para o povo brasileiro  A descoberta do pré-sal é a grande oportunidade para o desenvolvimento do país. Esta oportunidade não pode ser perdida.

Na época do Brasil colônia eles levaram o pau-brasil, a cana-de-açúcar e o ouro,  não deixando nada por aqui.

Agora o mesmo pode ocorrer com o petróleo, pois o Brasil hoje é governado por colonizadores que só pensam em explorar o país e seu povo.


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ESQUARTEJAR PARA PRIVATIZAR.

9 de janeiro de 2017 – 12h01

Petrobras, esquartejar para privatizar

 

 

 

A mídia nacional noticiou que a Petrobras concluiu a venda de 100% da Petrobras Chile ao Southern Cross Group. E que o negócio representa o avanço do programa de venda de ativos da Petrobras que, junto com o leilão do pré-sal, vai reacender o movimento de desconcentração da produção de óleo e gás no Brasil.

“A desintegração ainda traz riscos empresariais desnecessários ao tornar a geração de caixa vulnerável a variação dos preços relativos do petróleo e de seus derivados”, adverte Felipe Coutinho, presidente da Associação de Engenheiros da Petrobras (AEPET), em artigo publicado no site da entidade.

Até agora, segundo ele, “foram alienados campos de petróleo, malha de gasodutos, unidades petroquímicas, usinas térmicas, terminal de gaseificação e participações na produção de etanol”.

Assista trecho do seminário Privatização Fatiada da Petrobras, que foi realizado no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no dia 26 de outubro do ano passado e teve como palestrantes o vice-presidente da AEPET, Fernando Leite Siqueira; o economista José Carlos de Assis e o professor da UFRJ, Daniel da Conceição.