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PETRÓLEO – IBP aposta no pré-sal.

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O IBP considera que o País tem “grande potencial geológico na área e com boas perspectivas de leilões de sucesso capazes de atrair grande volume de recursos”.

Com uma produção de 2,128 mbd em 2015 através da Petrobras, o Brasil alcançou em maio a marca de 2,4 mbd, o que o mantém ainda com 2% da produção mundial. No entanto, o Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) e a estatal brasileira acreditam que a marca deve melhorar com a ampliação da exploração do pré-sal e derrubada de alguns obstáculos. O IBP considera que o País tem “grande potencial geológico na área e com boas perspectivas de leilões de sucesso capazes de atrair grande volume de recursos”.

“Somente com o leilão de áreas unitizáveis o País poderá receber investimentos de US$ 120 bilhões”, disse o instituto através de nota. Dentre os obstáculos, o IBP aponta a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto de lei que acaba com a figura do operador único; a extensão do Repetro, que é o regime fiscal do setor que isenta de tributos os investimentos em produtos e serviços; a definição de regras para a unitização – quando uma descoberta de petróleo e gás perpassa os limites do campo e a acumulação avança para áreas de outra empresa ou da União; e a regulamentação da cláusula de waiver pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) – o mecanismo permite o não-cumprimento da meta de conteúdo local em casos de ausência do produto ou serviço no mercado brasileiro, por exemplo, ou outro motivo de força maior.

A Petrobras, por sua vez, considera o novo cenário de queda do preço do barril e valorização do dólar em relação ao real no momento da revisão do Plano de Negócios e Gestão 2015-2019. “Como consequência, as metas de produção de petróleo, líquido de gás natural (LGN) e gás natural no Brasil foram atualizadas, refletindo também a postergação de projetos de menor maturidade ou atraso na entrega das unidades de produção, principalmente em função de limitações de fornecedores no Brasil”, disse a empresa em nota. O planejamento estratégico da companhia está sendo revisto e deve ser concluído em até 120 dias.

Esse cenário não se mostra efêmero para o professor especialista em petróleo, Wellington Santos, que aponta outro entrave. “Quem é que vai comprar lote de exploração do pré-sal em um governo que ele não sabe se continua?”, questionou. Já outro professor especializado, Rafael Schiozer, vê com otimismo o atual momento. “Está melhor do que estava nos últimos anos, porque agora o Brasil importa com um preço mais baixo”, disse.

Os especialistas mencionaram que o momento do preço do barril de petróleo é o melhor para a Petrobras fazer reduções no preço dos combustíveis, porém lembraram dos problemas financeiros da empresa, que ainda enfrenta denúncias de corrupção. “No Brasil, o preço do combustível na bomba tem sido pouco sensível ao preço do petróleo”, analisou Rafael Schiozer. Já Wellington Santos especula há problemas organizacionais na estatal. “Ela está toda desarrumada”, opinou.

Fonte: Folha de Pernambuco

 

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Autor: carlosadoria

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