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PETROBRAS – GNL dos EUA chegará dia 15.

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Preço americano é 85% menor que o praticado no mercado brasileiro

Chega ao Brasil na próxima terça-feira a primeira exportação de gás natural feita pelos Estados Unidos no mundo. O primeiro carregamento de Gás Natural Liquefeito (GNL) — o gás na forma líquida — será desembarcado na próxima semana no terminal de regaseificação da Petrobras na Baía de Guanabara.

A informação foi dada ontem por Edward Chow, especialista de óleo e gás do Center of Strategic and International Studies (CSIS) dos EUA, durante seminário realizado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), no Rio.

Essa carga é a primeira produção americana de GNL a partir do shale gas, que vem revolucionando o mercado mundial, tornando os Estados Unidos praticamente autossuficientes e exportadores.

O navio Asia Vision foi carregado no terminal de Sabine Pass, da Louisiana nos EUA, com 160 mil metros cúbicos de GNL, equivalentes a 96 milhões de metros cúbicos de gás. A Petrobras importa GNL de Trinidad Tobago, Nigéria e Qatar.

O especialista americano afirmou que a maior vantagem do gás americano é o preço, que chega a US$ 1,75 por milhão de BTU (unidade mundial do gás), enquanto que, no Brasil, o custo do gás está em US$ 12 por milhão de BTU:

— O gás americano a partir do shale gas, em termos de preços, vai ser muito competitivo para o Brasil. Esse é o primeiro projeto de exportação, e temos mais 20 projetos em fase de planejamento e outros seis já recebendo autorizações governamentais para exportação.

A operação de compra foi feita com a Cheniere, empresa que está construindo sete instalações de liquefação de gás natural no Golfo do México.

De acordo com Edward Chow, o desenvolvimento dos projetos no pré-sal no Brasil depende da decisão do governo de deixar ou não que outros investidores além da Petrobras explorem os campos. Segundo o executivo, a Petrobras não pode mais investir como fazia no passado, por estar muito endividada e com dificuldades de fazer novas captações de recursos:

— O governo vai ter que decidir se vai deixar que o ritmo de investimento diminua porque a Petrobras não está podendo gerar os recursos que previa, ou pode atrair mais capital para tocar os projetos.

Para Chow, os preços do petróleo no mercado internacional devem se manter baixos, ficando mais próximos dos US$ 50 o barril, do que de US$ 100 até 2020. Segundo o especialista, o excesso de oferta atual é de 1 milhão de barris por dia, mas, mesmo que ocorra um aumento no consumo, os preços do petróleo não chegarão a patamares tão elevados como antes:

— Tudo vai depender da economia mundial nos próximos anos. Se tiver uma melhora, espera-se que a demanda por óleo aumente. Se a economia estiver fraca como hoje, a expectativa é que a demanda não cresça muito — disse.

Fonte: O Globo

 

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Autor: carlosadoria

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