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PETRÓLEO – Marca histórica.

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Marca histórica em 2015

A produção brasileira de petróleo cresceu 8,8% em 2015, atingindo 2,436 milhões de b/d, o maior
resultado da história
A produção brasileira de petróleo cresceu 8,8% em 2015, atingindo 2,436 milhões de b/d, o maior
resultado da história. O crescimento foi possível graças à Bacia de Santos, onde o aumento das
operações no pré-sal permitiu a reversão das perdas em Campos, a principal província petrolífera do
país, que deixou de produzir, em média, 50 mil b/d – queda anual de 3%.
A ANP divulgou em 2 de fevereiro os dados de produção de dezembro, mês em que o país produziu
2,532 milhões de b/d, 6,42% a mais que o registrado em novembro.
Em 2015, a produção da Bacia de Campos voltou a repetir os resultados negativos registrados após o
pico de produção de 2011. O único ponto fora da curva foi 2014, ano em que a Petrobras, a principal
operadora na bacia, intensificou os investimentos na eficiência dos campos, pelo Proef, programa
lançado em 2013, na gestão de Graça Foster.
Com a saída da executiva e de toda a sua diretoria, em meio às turbulências causadas pela
intensificação das investigações sobre corrupção e perda das premissas do então plano de negócio
(desvalorização cambial e do barril de petróleo Brent), a Petrobras deixou de se referir ao Proef e de
divulgar os indicadores de eficiência da Bacia de Campos.
Os ativos operados pela Petrobras produziram, na Bacia de Campos, 1,450 milhão de b/d em 2015,
2,4% menos em comparação com 2014, representando uma perda de 35,8 mil b/d. Outros
operadores produziram 182 mil b/d, perdendo 7,6%, ou 15 mil b/d. Ao todo, a província rendeu 1,632
milhão de b/d no ano, 50,8 mil a menos (-3%).
Enquanto Campos produziu menos e outras bacias maduras registraram perdas de mais 15 mil b/d, o
pré-sal de Santos adicionou 264 mil b/d na média anual, com a entrada de mais um sistema em Lula
(FPSO Cidade de Itaguaí) e o ramp up dos outros campos. A bacia encerrou 2015 produzindo 602 mil
barris, alta de 78% em relação a 2014.
O desempenho de Santos, contudo, vem da crescente injeção de gás natural, principalmente no
campo de Lula, criando uma situação em que o Brasil bate recordes de produção do gás, mas sem
grandes saltos em termos de aproveitamento do energético. Pelo contrário, o aproveitamento caiu de
64% para 58%.
No balanço do ano, a produção de gás saltou de 87 milhões de m3/d para 96 milhões de m3/d, uma
alta de 27% em relação a 2014. A disponibilidade de gás, porém, que é a parcela que chega ao
mercado consumidor, variou apenas 0,2 milhão de m3/d, para 56 milhões de m3/d.
Boa parte do crescimento vem da Bacia de Santos, especialmente de Lula, que adicionou 7 milhões
de m3/d à produção nacional, produzindo no total 15 milhões de m3/d. A injeção acompanhou o
crescimento e saltou de 4,2 milhões de m3/d para 9,4 milhões de m3/d.
Como o mercado brasileiro demanda pouco mais de 100 milhões de m3/d de gás natural, a Petrobras
– até o momento a única fornecedora – precisa importar o energético por meio do Gasbol (28 milhões
de m3/d, em um contrato take-or-pay) ou por meio de seus três terminais de regaseificação de GNL.
Fonte: Revista Brasil Energia

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Autor: carlosadoria

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