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PETROBRAS – Reservas provadas de petróleo no final de 2015.

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Divulgamos nossas reservas provadas de petróleo apuradas no final de 2015

Em 31 de dezembro de 2015, nossas reservas provadas de óleo, condensado e gás natural atingiram 13,279 bilhões de barris de óleo equivalente (boe)

Confira nossas reservas provadas de petróleo (óleo, condensado e gás natural), apuradas no final de 2015, segundo os critérios ANP/SPE (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis / Society of Petroleum Engineers) e SEC (US Securities and Exchange Commission).

Reservas Provadas segundo Critérios ANP/SPE

Segundo os critérios ANP/SPE, em 31 de dezembro de 2015, as nossas reservas provadas de óleo, condensado e gás natural atingiram 13,279 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), conforme a Tabela 1. Em 2014, estes volumes eram de 16,612 bilhões de boe.

Tabela 1 – Volumes de Reservas Provadas em 2015 (critérios ANP/SPE)

A Tabela 2, a seguir, detalha a evolução das reservas provadas em 2015, segundo os critérios ANP/SPE.

Tabela 2 – Evolução das Reservas Provadas em 2015 (critérios ANP/SPE)

  1 Desinvestimentos, que representam a monetização antecipada das reservas.
2 Revisões baseadas em critérios técnicos (ex: características de reservatórios) e econômicos.

Os principais fatores que impactaram as reservas foram:

  • Incorporação de 16 milhões de boe de reservas provadas relativas a descobertas de novas acumulações próximas à infraestrutura existente nos campos de Albacora Leste na Bacia de Campos, de Golfinho na Bacia do Espírito Santo e de El Mangrullo, na Bacia Neuquina, na Argentina;
  • Incremento de reservas provadas, nos campos em produção no Pré-Sal, nas Bacias de Santos e Campos, resultante de respostas positivas do comportamento dos reservatórios, dos mecanismos de recuperação (ex: injeção de água), da eficiência operacional dos sistemas em operação e da crescente atividade de perfuração e interligação de poços;
  • Apropriações devido à perfuração de poços de desenvolvimento da produção em campos em terra na Argentina e nas Bacias do Amazonas e Potiguar, no Brasil, e em campos marítimos na Bacia de Campos;
  • Declaração de comercialidade do campo de Jandaia Sul na Bahia;
  • Desinvestimentos que proporcionaram a monetização antecipada de 0,022 bilhão de boe de reservas no Brasil (Bacia de Campos) e na Argentina (Bacia Austral);
  • Produção de 932 milhões de boe em 2015, que representa um acréscimo de 4% em relação a 2014. Esse volume inclui a produção do xisto, porém não inclui o volume extraído em Testes de Longa Duração (TLD) nem a produção da Bolívia. Os TLDs ocorrem em áreas exploratórias, onde ainda não foi declarada a comercialidade do campo e, portanto, não há reserva associada e, no caso da Bolívia, a legislação do país não permite que as reservas sejam registradas pelo concessionário.

Tivemos uma redução de 2,401 bilhões de boe em nossas reservas provadas devido a outros fatores que não a extração do petróleo e do gás natural, como monetização de reservas e revisões, o que equivale a cerca de 2,58 vezes a produção anual. A relação entre o volume de reservas e o volume produzido é de 14,2 anos, sendo de 14,6 anos no Brasil. O Índice de Desenvolvimento (ID), que é a relação entre as reservas provadas desenvolvidas e as reservas provadas, foi de 44,5% em 2015.

Reservas Provadas segundo Critério SEC

Segundo o critério SEC, em 31 de dezembro de 2015, nossas reservas provadas de óleo, condensado e gás natural atingiram 10,516 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), conforme a Tabela 3. Em 2014, estes volumes eram de 13,141 bilhões de boe, incluindo as reservas de xisto.

Tabela 3 – Volumes de Reservas Provadas em 2015 (critério SEC)

A evolução das reservas provadas, segundo critérios SEC, consta da Tabela 4.

Tabela 4 – Evolução das Reservas Provadas em 2015 (critério SEC)

3 Desinvestimentos, que representam a monetização antecipada das reservas.
4
Revisões baseadas em critérios técnicos (ex: características de reservatórios) e econômicos.

Os mesmos destaques feitos anteriormente para as reservas provadas segundo os critérios ANP/SPE se aplicam às reservas provadas segundo o critério SEC.

A principal diferença entre os critérios ANP/SPE e SEC são os preços do petróleo considerados no cálculo da viabilidade econômica das reservas.

Pelo critério SEC, apresentamos uma redução de 1,692 bilhões de boe em nossas reservas provadas devido a outros fatores que não a extração do petróleo e do gás natural, como monetização de reservas e revisões, o que equivale a cerca de 1,82 vezes a produção anual. A relação entre o volume de reservas e o volume produzido é de 11,3 anos, sendo de 11,5 anos no Brasil. O Índice de Desenvolvimento (ID), que é a relação entre as reservas provadas desenvolvidas e as reservas provadas, foi de 51,1% em 2015.

Vale registrar que, historicamente, certificamos cerca de 95% de nossas reservas provadas segundo os critérios SEC. Atualmente, a empresa certificadora é a D&M (DeGolyer and MacNaughton).

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Autor: carlosadoria

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