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PETROBRAS – Acordo com a Braskem ainda pendente.

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Acordo de fornecimento de nafta não se confirma

MARCELO G. RIBEIRO/JC

Para Eduardo Braga, estatal não cumpriu compromisso firmado
Devido à divergência entre Petrobras e Braskem sobre o fornecimento de nafta, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, exigiu uma explicação do presidente da petrolífera por não cumprir o combinado. “Há 45 dias, ele (o presidente da estatal, Aldemir Bendine) firmou um compromisso de que hoje (ontem) seria fechado o acordo de fornecimento. Cabe a ele honrar esse compromisso. A Petrobras está devendo explicações”, afirmou o ministro.
Na segunda-feira, a estatal publicou um fato relevante afirmando ainda estar em tratativas com a Braskem para o abastecimento da matéria-prima, insumo básico para a produção de resinas petroquímicas. Entre as exigências da Petrobras, está a correção dos preços para patamares internacionais. Em 30 de outubro, quando a companhia assinou a quinta prorrogação do contrato, Bendine afirmou que um novo acordo estava sendo negociado e que seria firmado antes do final dessa terça-feira.
Em nota distribuída na noite de ontem, a Petrobras informou que, em relação ao contrato de longo prazo para fornecimento de nafta, ainda se encontra em tratativas com a Braskem na busca de condições que sejam equilibradas e comutativas para ambas as companhias. “Não haverá interrupção no fornecimento até o acordo definitivo”, declarou a estatal.
Já a Braskem reiterou que a empresa espera assinar um acordo que reduza as incertezas que já afetam gravemente o setor industrial do Brasil. O comunicado é o mesmo enviado pela empresa na segunda-feira, com a diferença que, na ocasião, a companhia dizia que esperava fechar o acerto até ontem.
Inicialmente, a Braskem propôs que a referência de preço europeia para a nafta, conhecida como ARA, deixasse de ser utilizada, mas não obteve êxito. Também sugeriu que o intervalo do preço da nafta ficasse entre 90% e 110%, proposta igualmente não aceita. Por último, segundo uma fonte que acompanha as negociações, a posição que estava prestes a ser aceita, com a chancela do Ministério de Minas e Energia, como contrato de longo prazo, era da Braskem pagar 101% da referência ARA. No entanto, ainda conforme a fonte, a burocracia na Petrobras está complicando uma definição e deixando o setor petroquímico apreensivo quanto ao cenário de uma das suas principais matérias-primas.
A Braskem também estaria defendendo uma cláusula de renegociação do acordo, caso o preço do petróleo oscilasse muito para baixo ou para cima. Sem um contrato oficializado, se necessário, o grupo teria estoque de matéria-prima para operar por aproximadamente mais 10 dias.
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Autor: carlosadoria

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