petroleiroanistiado

A great WordPress.com site

PETROBRAS – Olhando para a próxima década.

Deixe um comentário

Petrobras trabalha no licenciamento de 18 TLDs e 18 sistemas definitivos de produção para o cluster
do pré-sal da Bacia de Santos após 2020
A Petrobras já começa a se ocupar com o desenvolvimento da produção do pré-sal da Bacia de
Santos após 2020. A empresa trabalha com o Ibama no licenciamento de 18 testes de longa duração
(TLDs) ou sistemas antecipados de produção (SPAs), além de outros 18 sistemas definitivos de
produção.
O trabalho de licenciamento feito pela petroleira envolve os campos de Lula e Sapinhoá e dos blocos
BM-S-9, BM-S-11, BM-S-24 e BM-S-50, todas áreas sob o regime de concessão. Também fazem
parte do processo o sistema piloto da área de Libra, a primeira de partilha de produção do país, e os
campos da cessão onerosa.
Esta é a terceira etapa dos processos de licenciamentos das atividades de produção no cluster do
pré-sal da Bacia de Santos e pega exatamente os projetos posteriores ao atual Plano de Negócios da
empresa. Todos os projetos que entram em operação até 2019, incluindo os seis FPSOs replicantes
e os quatros da cessão onerosa, tem seu licenciamento coberto pela segunda etapa.
A nova etapa em análise no Ibama prevê a utilização de FPSOs novos a serem contratados para os
sistemas definitivos. Os TLDs e SPAs têm previsão de ser realizados pelos FPSOs Cidade de São
Vicente, unidade afretada à BW Offshore e que tem contrato até 2019, e pelo Dynamic Producer,
navio-plataforma da Petroserv com contrato até dezembro do próximo ano.
Todos os projetos juntos somam 310 novos poços de produção e/ou injeção e mais de 1.800 mil km
de linhas de flexíveis para o escoamento da produção. A perfuração dos poços, contudo, foi
licenciada pela empresa no estudo anterior.
FPSOs em licitação
Fazem parte do atual estudo apresentado pela Petrobras ao Ibama os FPSOs de Sépia e Libra,
atualmente em licitação pela petroleira e que devem iniciar sua produção em 2019 e 2020,
respectivamente.
A petroleira colocou recentemente a SBM Offshore nas concorrências e acabou adiando para
fevereiro a entrega das propostas para as unidades. Bumi Armada e Bluewater, que também foram
convidadas para a licitação, já haviam pedido adiamento, o que ficou mais claro com a entrada tardia
da holandesa na licitação.
A Petrobras se moveu para conseguir colocar a SBM na concorrência para garantir competição. A
estratégia foi evitar que a formação de preço para as duas concorrências ficasse exclusivamente na
mão da Modec.
Além das duas unidades em licitação, o estudo ambiental traz mais dois FPSOs afretados previstos
no atual plano de negócios: o FPSO de Búzios 5 e o Lula Oeste, que pelo atual planejamento do E&P
entram em operação em 2019 e 2020, respectivamente.
A expectativa do mercado é que essas concorrências sejam lançadas pela Petrobras em meados do
próximo ano, junto com o FPSO do projeto de revitalização de Marlim, que não terá exigência de
conteúdo local.
8
Outras 14 unidades de produção, estão previstas no planejamento ambiental até 2022. Não é factível
esperar que a Petrobras coloque todas essas unidades em operação nesse período. Seria um desafio
enorme para a capacidade gerencial da empresa, ainda mais no momento atual. Desafio também
para a capacidade de fornecimento das empresas afretadoras, para a indústria nacional e também os
estaleiros, muitos hoje em situação bastante complicada.
Mas os números dão um bom indicativo do que a Petrobras espera da região do cluster dos blocos
BM-S-11 e BM-S-9 nos próximos anos, além dos 10 FPSOs replicantes, programados para entrar em
operação até 2020.
1 milhão de b/d
A Bacia de Santos deve atingir no próximo ano, com a entrada em operação de três novos FPSOs, a
produção de 1 milhão de b/d de petróleo. Atualmente, a região produz cerca de 650 mil b/d de óleo e
35 milhões de m3/d de gás natural. São 55 poços interligados a 12 plataformas, sendo 10 FPSOs e 2
plataformas fixas para produção de gás natural.
Todos os FPSOs da região são afretados e garantem hoje a produção de 570 mil b/d à Petrobras e
seus sócios nos projetos do pré-sal. A estratégia de utilizar unidades afretadas, aposta do ex-diretor
de E&P da Petrobras, José Miranda Formigli, tem conseguido recordes de produção na região.
Se conseguir cumprir seu planejamento atual e a economia nacional e mundial ajudar, a Petrobras
pode chegar ao fim da próxima década com nada menos que 40 FPSOs afretados na Bacia de
Santos, incluindo as 10 unidades destinadas a Libra e outras 10 para os Excedentes da Cessão
Onerosa.
Fonte: Revista Brasil Energia

Anúncios

Autor: carlosadoria

MANTÉM SUAS UTOPIAS DE 60 ANOS ATRÁS.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s