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REN assegura acesso a fundos europeus para novo gasoduto

Bruxelas concedeu estatuto de projecto de interesse comum à terceira interligação de gás natural
com Espanha. Apoios podem ir até 50%
A União Europeia acaba de atribuir o estatuto de Projecto de Interesse Comum à futura terceira
interligação de gás natural entre Portugal e Espanha, que está a ser promovida pela Redes
Energéticas Nacionais (REN). A informação foi avançada ontem pelo administrador da REN, Vítor
Batista, durante a conferência “Sistema Energético: a mudança no horizonte”, da Associação
Portuguesa de Energia.
Esta é uma etapa considerada crucial para o desenvolvimento deste gasoduto, abrindo-lhe assim as
portas de acesso aos fundos comunitários.
O anterior Governo de Passos Coelho e a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos
impuseram, como condição para a concessão de luz verde a este investimento, a existência de um
compromisso formal por parte de Bruxelas, bem como a articulação entre Portugal e Espanha e entre
estes dois países ibéricos e França. Objectivo: evitar um forte impacto nas tarifas dos consumidores
finais.
Com um comprimento estimado de 247 quilómetros, dos quais 162 quilómetros em território nacional,
esta interconexão irá ligar Celorico da Beira a Zamora, através de Vale de Frades, sendo o
investimento global estimado em 226 milhões de euros.
Dividido em três fases, a primeira deverá estar concluída em 2019 e custará cerca de 137 milhões de
euros. A segunda e terceira fases encontram-se agora programadas para 2022 e 2025.
Ao entrar na lista de projectos de interesse comum, a REN consegue, desde já, concorrer ao
financiamento de até 50% do valor gasto com os estudos técnicos, como é o caso dos traçados.
Segue-se a candidatura às verbas disponibilizadas para a construção do projecto.
A REN já fez saber que pretende maximizar o potencial de encaixe com fundos comunitários, o qual
pode ir até 50%.
Mas há outro elemento que ditará a celeridade desta interligação. Chama-se Midcat. Este projecto
envolve a construção de uma nova interligação entre Espanha e França (na zona leste dos Pirenéus)
e é a garantia de integração dos sistemas de gás natural ibéricos com o resto da Europa, sem
descurar a obtenção de apoio comunitário.
Para o administrador da Galp, Costa Pina, “não se identifica uma estratégia clara da União Europeia
na área das interligações de gás natural”, ao contrário do que sucede com a electricidade,
sublinhando que “há grande concentração de recursos financeiros para o reforço das interligações
eléctricas”. O mesmo responsável realçou que a capacidade de regaseificação de gás natural em
Portugal e em Espanha representa metade do volume de gás natural importado da Rússia, à qual se
junta a capacidade ociosa existente nos gasotuos ibéricos. Cenário que permite fazer destes dois
países a tão apregoada plataforma alternativa de entrada de gás natural para o centro da Europa.
Fonte: Económico (Portugal)

Autor: carlosadoria

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