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COMENTÁRIOS DO O PRESIDENTE DA GALP.

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O português Carlos Gomes da Silva, que assumiu a presidência executiva da Galp Energia em abril, disse que a empresa está “confortável” com os atuais preços internacionais do petróleo. O executivo evitou comentar as declarações feitas no mês passado pelo presidente da Pré-sal Petróleo S/A (PPSA) Oswaldo Pedrosa, de que o pré-sal é inviável com o preços do brent abaixo de US$ 55 o barril. Ontem o brent para entrega em dezembro fechou cotado a US$ 46,81.
Em entrevista por email, Silva disse que desconhece “o rigor e o contexto” das declarações e por isso preferiu não comentar. Mas afirmou que a seu ver a declaração se referia “a um valor médio” para uma carteira de diferentes projetos com custos diferentes no pré-sal brasileiro. A Galp tem fatias em 25 áreas no país.
“Em relação aos projetos em que estamos envolvidos e em que já estamos produzindo – e em concreto o projeto Lula/Iracema – a excelente produtividade dos reservatórios, a experiência e conhecimento obtido até ao momento e o potencial de otimização que antevemos, nos faz sentir confortáveis com valores bastante inferiores a esse”, disse.
A Galp divulgou ontem lucro líquido de € 27 milhões no terceiro trimestre de 2015, ante um prejuízo de € 8 milhões em igual período de 2014. Na comparação com o trimestre anterior, o lucro líquido caiu 73%. A produção diária de petróleo e gás atingiu 50 mil barris de óleo equivalente (BOE), o dobro do registrado no ano passado, foi impulsionada pela participação em áreas do pré-sal operadas pela Petrobras, além de Angola e Moçambique. No Brasil, produz 40 mil barris.
Silva admitiu que a Galp foi afetada pela queda das cotações do petróleo, mas observou que a empresa está em fase de “crescimento muito acelerado” o que ele atribuiu aos “extraordinários projetos” dos quais participa no pré-sal com a estatal brasileira.
Segundo o executivo, enquanto o aumento da produção permitiu “amortecer parte dos efeitos da queda das cotações do petróleo”, a queda dos preços da commodity também não trouxe apenas efeitos negativos.
E afirmou que acompanhando a queda das cotações do petróleo também caem, na mesma proporção, os custos de operação das refinarias, o preço dos combustíveis e outros produtos petrolíferos. O efeito é um aumento do consumo de combustíveis que ajuda as margens de refino. “Esta integração entre o upstream [exploração e produção] e o downstream [refino e comercialização] confere uma estabilidade muito importante às nossas contas. A Galp é uma empresa pequena mas muito resistente. Combina como poucas empresas deste setor um perfil tão equilibrado entre crescimento e solidez”, disse da Silva.
Segundo o executivo, o Brasil será o principal foco dos investimentos da Galp Energia nos próximos anos. Silva disse que os projetos no país consumiram 90% dos € 852 milhões investidos pela Galp até o terceiro trimestre de 2015 e o perfil deve se manter no próximo ano.
Sobre a admissão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) de que poderá flexibilizar regras de conteúdo local no país, Silva disse que a Galp está “confortável” com os compromissos de nacionalização dos projetos no Brasil.
Fonte: Valor Econômico

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Autor: carlosadoria

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