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PETROBRAS – “Break even point” do Pré-sal.

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Pré-sal é viável com barril acima US$55

O presidente da Pré-sal Petróleo SA (PPSA), Oswaldo Pedrosa, disse ontem que o ‘break even’ (preço mínimo necessário para viabilizar economicamente um projeto) de Libra, principal investimento do pré-sal, deve superar os US$ 55 o barril e que o campo, se operasse hoje, estaria no prejuízo. O executivo, no entanto, afirmou que os preços do petróleo devem se recuperar nos próximos anos e que o atual cenário de depressão nas cotações da commodity não chega a ameaçar a economicidade do projeto piloto, previsto para 2019.
Segundo Pedrosa, o preço a US$ 55 é o ponto de equilíbrio para que os projetos no pré-sal se viabilizem, indicando que alguns campos no Brasil podem estar produzindo com perdas neste momento. No início do ano, a Petrobras informou que o “break even” do pré-sal era de US$ 45 o barril, incluindo a remuneração de capital.
O presidente da PPSA chegou a afirmar que Libra não está no prejuízo, hoje, “porque ainda não entrou em produção”, mas destacou que vê espaço para que os custos do projeto caiam, aumentando a rentabilidade do campo — operado pela Petrobras (40%), em sociedade com a Shell (20%), Total (20%) e as chinesas CNOOC (10%) e CNPC (10%) e a PPSA, responsável pela gestão do contrato de partilha.
“Esses preços [break even] podem cair. Se o capex e opex [investimentos e custos de operação e manutenção] diminuírem com a aplicação e novas tecnologias ou até pela tendência do mercado, pode haver melhores condições e esse preço ser reduzido”, disse Pedrosa.
As projeções do mercado, segundo ele, apontam para um cenário de recuperação mais prolongada dos preços e estabilização da cotação em patamares inferiores aos praticados nos últimos anos, mas suficientes para viabilizar o pré-sal. “A partir do final da década, os patamares [previstos] sustentam qualquer projeto da envergadura do pré-sal”, disse.
O teste de longa duração de Libra está previsto para 2017, enquanto o sistema piloto deve operar em 2019. Pedrosa antecipou, ainda, que um segundo módulo de produção deve começar a produzir entre 2021 e 2022. A segunda plataforma deverá ter as mesmas características da primeira, com capacidade para produzir 180 mil barris/dia de óleo e comprimir 12 milhões de metros cúbicos diários de gás natural.
Pedrosa explica que durante a fase piloto todo o gás será reinjetado, para maximizar a recuperação do óleo, mas que o consórcio responsável por Libra avalia escoar a produção por meio de gasodutos a partir do segundo módulo.
Pedrosa comentou, ainda, sobre a expectativa de começar a comercializar o óleo da União no pré-sal a partir de 2016. O grupo de trabalho recém criado pelo Ministério de Minas e Energia para regulamentar a política de comercialização, segundo o executivo, deve propor, ainda este ano, uma resolução para o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).
“Estamos trabalhando efetivamente nisso. Não podemos comercializar sem que uma política de comercialização seja aprovada pelo CNPE. A lei estabelece que PPSA é responsável pela comercialização do óleo da União, mediante a contratação de um agente comercializador. Isso precisa ser bem caracterizado”, disse. “A lei permite que se contrate diretamente a Petrobras sem licitação, mas podem ser as próprias companhias de petróleo. Isso está em estudo.”
Fonte: Valor Econômico

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Autor: carlosadoria

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