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PETROBRAS – FUP entra na justiça contra venda de fatia da Gaspetro.

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP), entidade que reúne 14 sindicatos da categoria, ingressou ontem com ação civil pública na Justiça Federal contra a venda, pela Petrobras, de 49% das ações da Gaspetro para a Mitsui Gás e Energia do Brasil. Na ação, a instituição pede a paralisação do negócio, aprovado na sexta-feira pelo conselho de administração da estatal, sob pena de multa diária de R$ 1 milhão, em caso de descumprimento.
Conforme antecipado na manhã de ontem pelo Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, um dos argumentos da FUP é o conflito de interesses envolvendo o presidente licenciado do conselho de administração da Petrobras, Murilo Ferreira, que também é diretor-presidente da Vale, parceira da Mitsui em uma série de empreendimentos, segundo a entidade. Além disso, a Mitsui é acionista da Valepar, holding que detém participação relevante no capital da mineradora.
A FUP questiona ainda o valor da transação, de R$ 1,9 bilhão, anunciado pela Petrobras. A entidade lembra que análises dos bancos JP Morgan e Brasil Plural indicaram que a companhia poderia obter até US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões) com o negócio. A federação ressalta também que a operação diminuirá a geração de receita da Petrobras em até US$ 1 bilhão por ano.
A FUP tem posição aberta contrária ao plano de venda de ativos da Petrobras, que prevê levantar US$ 15,1 bilhões em 2015 e 2016 e US$ 57,7 bilhões ao longo de todo o período do plano de negócios e gestão, entre 2015 e 2019.
O Valor apurou que o representante dos funcionários da Petrobras no conselho de administração, Deyvid Bacelar, ligado à FUP, votou contra a venda da fatia na Gaspetro para a Mitsui. O restante do conselho votou a favor, mas alguns integrantes fizeram ressalvas ao negócio.
Nos últimos meses, as negociações entre a Petrobras e a Mitsui, envolvendo a Gaspetro, receberam críticas de outros agentes. A operação já foi questionada pela Termogás, o governo da Bahia e a Fiesp.
Fonte: Valor Econômico


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PETROBRAS – Rota 3 vai entrar em operação em 2018.

Rota 3 está programado para o segundo trimestre de 2018

Gasoduto vai elevar em 18 milhões de m³/dia a capacidade de escoamento do pré-sal

A Petrobras adiou para o segundo semestre de 2018 a previsão de entrada em operação do gasoduto Rota 3, ramal de escoamento de gás natural do pré-sal da Bacia de Santos, que estava programado para entregar em operação em outubro de 2017. O gasoduto vai interligar os campos da cessão onerosa ao Comperj, em Itaboraí (RJ), onde está sendo construída uma UPGN.
O investimento no Rota 3 vai ampliar em 18 milhões de m³/dia a capacidade de escoamento de gás do pré-sal, atualmente, de 20 milhões de m²/dia, com o Rota 1 (Lula-Mexilhão-UTGCA). O sistema ainda contará com o Rota 2, que começa a operar no primeiro trimestre de 2016, com 16 milhões de m³/dia de capacidade.
Neste mês, as obras da UPGN do Comperj foram interrompidas após o consórcio QGIT (Queiroz Galvão, Iesa e Tecna) e a Petrobras não chegarem a um acordo sobre o pagamento de aditivos. Em setembro, a Petrobras informou que não faria repactuação de valores e objeto do contrato e relicitaria as obras, caso o QGIT não aceitasse as condições vigentes.
O investimento previsto para o Rota 3 é da ordem de R$ 2,76 bilhões a serem 100% arcados pela Petrobras. O projeto inclui um trecho marítimo de 184 km, com diâmetro de 24 polegadas, além da instalação de equipamentos 02 ILTs (in-line tee), 02 PLEMs, 03 PLETs, 03 jumpers rígidos de conexão e um sistema de interligação ao Gasoduto Rota 2 (Cabiúnas).
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Em terra, serão instalados, em parte com furo direcional, 48 km de 22 polegadas, a partir da praia de Jaconé, em Maricá. Também serão necessários lançadores e receptores de pigs em Maricá e no Comperj.
Fonte: Brasil Energia


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PETROBRAS – Foco nas explorações mais rentáveis.

Sangue negro – A Petrobras decidiu mudar seu portfólio de exploração de petróleo. Em busca de projetos com maior rentabilidade, a estatal vai sair gradualmente dos poços situados em terra e em águas rasas e passar a se concentrar na extração de óleo e gás em águas ultraprofundas, o que inclui o pré-sal. A petroleira quer ajudar a capacitar empresas de médio porte para que possam, o mais breve possível, assumir os atuais negócios da Petrobras nos campos considerados por ela menos atrativos.
Fonte: Folha de S. Paulo – coluna Painel


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PETROBRAS – Gás do pré-sal na pauta da PPSA

Empresa elabora estudos e análises sobre o aproveitamento do gás do pré-sal na geração termelétrica.
Buscar novas tecnologias para baratear o gás natural do pré-sal e assegurar seu aproveitamento em larga escala a preços competitivos, nos diversos segmentos da cadeia. Essa é uma das preocupações da PPSA no longo prazo, sobretudo em relação aos reservatórios onde há presença confirmada de CO2 e contaminantes.
A questão foi apresentada pelo assessor de Planejamento Estratégico da PPSA, Antonio Claudio França Corrêa, durante painel na OTC Brasil 2015 sobre o Desenvolvimento do Pré-Sal. Entre as alternativas em estudo hoje pela PPSA estão a utilização de termelétricas offshore e de unidades produção cilíndrica de maior capacidade.
Corrêa afirmou que para que o gás do pré-sal seja utilizado na geração termelétrica é essencial que isso seja feito na base, pois não há como interromper a produção por se tratar de reservatórios de gás-associado. Até o momento, o escoamento do gás via gasoduto mostra-se ainda a opção mais competitiva disponível no mercado.
“Isso requer uma política de governo. A ideia é continuar trabalhando para baixar o custo e viabilizar esse tipo de aproveitamento no futuro”, reforçou o assessor da PPSA.
Fonte: Brasil Energia


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COMENTÁRIOS DO O PRESIDENTE DA GALP.

O português Carlos Gomes da Silva, que assumiu a presidência executiva da Galp Energia em abril, disse que a empresa está “confortável” com os atuais preços internacionais do petróleo. O executivo evitou comentar as declarações feitas no mês passado pelo presidente da Pré-sal Petróleo S/A (PPSA) Oswaldo Pedrosa, de que o pré-sal é inviável com o preços do brent abaixo de US$ 55 o barril. Ontem o brent para entrega em dezembro fechou cotado a US$ 46,81.
Em entrevista por email, Silva disse que desconhece “o rigor e o contexto” das declarações e por isso preferiu não comentar. Mas afirmou que a seu ver a declaração se referia “a um valor médio” para uma carteira de diferentes projetos com custos diferentes no pré-sal brasileiro. A Galp tem fatias em 25 áreas no país.
“Em relação aos projetos em que estamos envolvidos e em que já estamos produzindo – e em concreto o projeto Lula/Iracema – a excelente produtividade dos reservatórios, a experiência e conhecimento obtido até ao momento e o potencial de otimização que antevemos, nos faz sentir confortáveis com valores bastante inferiores a esse”, disse.
A Galp divulgou ontem lucro líquido de € 27 milhões no terceiro trimestre de 2015, ante um prejuízo de € 8 milhões em igual período de 2014. Na comparação com o trimestre anterior, o lucro líquido caiu 73%. A produção diária de petróleo e gás atingiu 50 mil barris de óleo equivalente (BOE), o dobro do registrado no ano passado, foi impulsionada pela participação em áreas do pré-sal operadas pela Petrobras, além de Angola e Moçambique. No Brasil, produz 40 mil barris.
Silva admitiu que a Galp foi afetada pela queda das cotações do petróleo, mas observou que a empresa está em fase de “crescimento muito acelerado” o que ele atribuiu aos “extraordinários projetos” dos quais participa no pré-sal com a estatal brasileira.
Segundo o executivo, enquanto o aumento da produção permitiu “amortecer parte dos efeitos da queda das cotações do petróleo”, a queda dos preços da commodity também não trouxe apenas efeitos negativos.
E afirmou que acompanhando a queda das cotações do petróleo também caem, na mesma proporção, os custos de operação das refinarias, o preço dos combustíveis e outros produtos petrolíferos. O efeito é um aumento do consumo de combustíveis que ajuda as margens de refino. “Esta integração entre o upstream [exploração e produção] e o downstream [refino e comercialização] confere uma estabilidade muito importante às nossas contas. A Galp é uma empresa pequena mas muito resistente. Combina como poucas empresas deste setor um perfil tão equilibrado entre crescimento e solidez”, disse da Silva.
Segundo o executivo, o Brasil será o principal foco dos investimentos da Galp Energia nos próximos anos. Silva disse que os projetos no país consumiram 90% dos € 852 milhões investidos pela Galp até o terceiro trimestre de 2015 e o perfil deve se manter no próximo ano.
Sobre a admissão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) de que poderá flexibilizar regras de conteúdo local no país, Silva disse que a Galp está “confortável” com os compromissos de nacionalização dos projetos no Brasil.
Fonte: Valor Econômico


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PETROBRAS – Dados positivos do pré-sal.

Em conferência, Petrobras apresenta dados positivos do pré-sal

Autor: Alex Prado
Durante a conferência sobre tecnologias offshore, no Rio, a Petrobrás divulgou dados que demonstram a eficiência da empresa na exploração do pré-sal. Segundo a diretora da Exploração e Produção (E&P), Solangue Guedes, a construção dos poços  apresenta uma redução significativa de mais de 50% do tempo, desde 2010, estando situada hoje numa média de 134 dias e o custo de produção (lifting cost) por barril nesta camada – de US$ 9 em comparação com a média das principais petroleiras, de US$ 15
A Petrobras também informou sobre o projeto exploratório de Libra, onde já foram perfurados quatro poços, dois na área nordeste e dois na área central. A primeira fase do desenvolvimento da produção se concentrará na área nordeste de Libra. O primeiro Teste de Longa Duração está previsto para o primeiro trimestre de 2017 e o Projeto Piloto para 2020


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BOLÍVIA – Repsol Bolívia destina US$ 400 milhões para assegurar mais gás para o Brasil.

Repsol Bolívia, com os seus parceiros, vai investir US $ 400 milhões para perfurar quatro poços no bloco de Margarita-Huacaya, a fim de assegurar a disponibilidade de gás natural à frente da renegociação do contrato com o Brasil.
“Até 2019 é esperado para perfurar quatro poços, com um investimento de 400 milhões, para garantir o fornecimento de gás para o Brasil, se o contrato for prorrogado para além de 2019″, informou a rede ATB Presidente empresa petrolífera espanhola, Diego Diaz Baldasso.
Ele ainda ressaltou que a empresa planeja continuar os investimentos, apesar da queda nos preços internacionais do petróleo, que até agora este ano não exceda US $ 50 por barril.
No curto prazo, a principal tarefa da Repsol é eliminar os estrangulamentos nas infraestruturas existentes, com a engenharia, para aumentar a produção de Margarita-Huacaya, que já ultrapassa 18 milhões de metros cúbicos de gás por dia (MCF) disse que a empresa, em resposta a um questionário enviado por este meio.
“Este trabalho visa contribuir para substituir os volumes dos campos que estão agora em declínio. Deve ser reiterado que o destino do gás é definido pela YPFB “, disse ele.
Ele também enfatizou que, no objectivo de médio prazo da empresa é contribuir para o país, tendo em vista a negociação da venda de gás para o Brasil em 2019.
Por exemplo, há alguns dias, a perfuração de Huacaya 2 começou, no departamento de Chuquisaca.
Em setembro, a empresa disse que o reservatório Huamampampa H1C é um objetivo secundário do futuro perfuração de Huacaya 2, a existência de um novo reservatório é presumida após a sísmica 3D realizada norte de Caipipendi.
“Para o próximo ano, Margarita-Huacaya ter fornecido um investimento de US $ 30 milhões em trabalhos de sísmica”, disse Diaz.
O bloco consórcio Margarita-Huacaya é composto por Repsol E & P Bolívia (37,5% e operadora), BG Bolívia Corporation (37,5%) e PAE E & P Bolívia (25%), no âmbito do contrato operacional assinado com YPFB .
Reservas e contrato
Em 31 de dezembro, 2013, a Bolívia tem um Certified reservas de gás natural de 10,45 trilhões de pés cúbicos (TCF), além de 211.45 milhões de barris de condensado de petróleo.
O Contrato de Fornecimento de Gás contrato (GSA) entre a Petrobras ea YPFB (Bolívia e Brasil), foi assinado em Agosto de 1996 e estabelece um volume mínimo de compra de 24 MMmcd e um máximo de 30,08 entrega MMmcd.
Em agosto de 2014, a companhia petrolífera estatal Petrobras assinou um contrato adicional para a entrega de outros 2,24 MCF de gás natural até 2016, que visa fornecer Cuiabá termelétrica, Brasil.
Em outubro, a média foi de 31 MMmcd transporte de gás.
Os projetos da petrolífera espanhola
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Exploração – Repsol produz atualmente 18 milhões de metros cúbicos / dia de gás no país e atingir o volume comprometido para Janeiro de 2016. Margarita-Huacaya é um dos dez projetos-chave no Plano Estratégico 2012-2016 da Repsol. As operações são feitas na área Caipipendi.
Operação na Bolívia Repsol possui direitos minerários sobre um total de 26 blocos, quatro dos 22 exploração e desenvolvimento. A produção total líquida em 2014 atingiu 14,6 milhões de barris de óleo equivalente e estão concentrados principalmente no bloco de Margarita-Huacaya.
Fonte: Reporte Energía (Bolívia)