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GÁS DE XISTO – Portugal e a Península Ibérica.

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Juntamente com a Turquia a Oriente, a Pensínsula Ibérica pode vir a desempenhar um importante papel nas exportações daquele produto.
Portugal e a Península Ibérica podem ser um dos pontos nevrálgicos globais para as exportações de gás de xisto – produto com que os Estados Unidos têm vindo a baralhar as contas mundiais do sector da energia e a retomar a sua posição de liderança na área.
Isso mesmo disse o presidente da Associação Internacional de Economia da Energia (IAEE), Gurkan Kumbaroglu, no ‘Meeting on Energy and Environmental Economics (ME3)’, que decorreu esta semana na Universidade de Aveiro. Kumbaroglu afirmou que há duas regiões da Europa a progredir rapidamente para se tornarem ‘hubs’ de gás natural: a Turquia na Europa Oriental e Portugal na Europa Ocidental.
Kumbaroglu disse ainda que “o crescimento económico está a aumentar a importância da energia em todo o mundo. As perspectivas de diversificação da oferta e da concorrência representam esperança para o futuro dos preços da energia como um dos principais itens na Europa. Por exemplo, a evolução do gás de xisto nos EUA tem efeitos nos balanços energéticos por todo o mundo. Os EUA aumentaram o seu peso no panorama global de energia. A Península Ibérica é influenciada por este desenvolvimento e pode tornar-se uma nova porta para a energia na Europa. Em outras palavras, a Turquia é um dos extremos e a Península Ibérica, no lado mais ocidental, com Portugal e Espanha, pode vir a ter a energia como uma nova fonte potencial de rendimento”.
Kumbaroglu revelou que a IAEE reconhece a importância da Península Ibérica e disse que “participámos nas actividades de criação da Associação Portuguesa de Economia de Energia (APEEN), onde foram lançadas as bases para a filial portuguesa da IAEE”. A IAEE irá desempenhar um papel importante no desenvolvimento da política energética e na tomada de consciência colectiva sobre estes assuntos, revela um documento oficial daquela agência.
A International Association for Energy Economics foi criada nos Estados Unidos em 1977, na sequência do choque petrolífero que ocorreu a partir de 1973. “Esta plataforma independente e sem fins lucrativos tem como principal objectivo proporcionar aos especialistas em questões de energia numa perspectiva económica um ponto de encontro para troca de informação e de experiência”, refere o mesmo documento. A IAEE conta actualmente com membros em mais de 100 países e com 27 organizações afiliadas (à semelhança da APEEN).
Fonte: Portal Económico

Autor: carlosadoria

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