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YPF PENSA EM SE ASSOCIAR À PETROBRAS.

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Acordo teria como objetivo buscar petróleo no mar até 2030
O presidente da YPF, Miguel Galuccio, definiu ontem frente a empresários alguns alinhamentos do plano denominado 2030, que contempla as previsões da petroleira para os próximos anos. Uma das principais consignas dessa iniciativa consiste em apontar a um desenvolvimento massivo do gás natural, o produto energético mais deficitário na Argentina, diz um artigo do jornal argentino La Nación, publicado nesta sexta-feira (18/09).
O presidente da YPF indicou também a conveniência de industrializar os recursos petroleiros, em especial através da indústria petroquímica. Seu objetivo: que a Argentina se torne um líder regional nesse ramo nos próximos anos. “Poderíamos fornecer mais plástico aos países vizinhos”, enfatizou.
O executivo falou nesta quinta-feira (17/09) no LatinFinance, um encontro sobre temas financeiros que se desenvolveu no hotel Sheraton de Retiro.
Galuccio dedicou alguns minutos de sua apresentação ao preço do petróleo, que está nos níveis mais baixos dos últimos anos. “Nós que estamos no mercado vivemos várias vezes essa situação, que não acrescenta valor, mas o destrói. Cada vez que isso acontece perdemos gente de muito talento.
Enquanto a YPF espera uma resposta por sua oferta para ficar com a filial local da Petrobras, Galuccio afirmou que a empresa brasileira seria um bom sócio para desenvolver recursos petroleiros no mar argentino. “A YPF não tem conhecimento sobre a exploração offshore [no mar]. A Petrobras poderia ser um sócio”, antecipou. Em seguida, numa conversa com jornalistas, esclareceu que não há negociações ainda sobre esse ponto. De qualquer forma, essa é uma das áreas que, segundo seu critério, deverá atender a maior companhia da Argentina. “Colocamos o país no mapa dos recursos não convencionais. Tomara que possamos fazê-lo com o off shore”, explicou.
O presidente da YPF se referiu nesses termos à necessidade de avançar em sinergias na região. Também informou que a empresa está explorando a procura de hidrocarburetos na Bolívia.
Por outro lado, se mostrou alinhado com a política do governo na área. “A política de Estado é fundamental para as decisões de uma empresa como a YPF”, explicou.
Galuccio se referiu também ao futuro de Vaca Muerta e admitiu que “é preciso aumentar o investimento” para aproveitar os recursos presentes no campo de Neuquén. “Há muita coisa para se fazer para valorizar os recursos vinculados a essa jazida”, assinalou o diretor da petroleira estatal. E acrescentou: “Precisamos elevar o investimento, os serviços, a infra-estrutura, e tudo isso ocorre num novo contexto do preço do petróleo, pelo que devemos ser mais eficientes do que somos hoje”.
Além disso, sustentou que para desenvolver Vaca Muerta são necessários “previsibilidade legal, fiscal e transparência”, que, segundo seu critério, há no país. Também esclareceu que a Argentina tem recursos petroleiros abundantes, mas não está claro ainda que sejam reservas. “Que nós, argentinos, tenhamos recursos é bom, mas que pensemos que estamos monetizados é ruim. Temos que demonstrar que os recursos que lá estão sejam exploráveis”, disse.
Fonte: Jornal do Brasil

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Autor: carlosadoria

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