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COMPRA DA BG PELA SHELL.

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União Europeia aprova a compra da BG pela Shell

A gigante petrolífera Royal Dutch Shell superou um grande obstáculo no plano de aquisição da empresa de gás natural BG Group após o regulador da concorrência da Europa ter aprovado o acordo sem impor nenhuma condição.
A Comissão Europeia, autoridade de concorrência da União Europeia (UE), concluiu, após uma breve investigação, que o acordo não vai permitir que a Shell influencie os preços do petróleo e gás natural e que os mercados vão continuar competitivos após a transação.
As duas empresas selaram um acordo de US$ 70 bilhões em dinheiro e ações em abril, no mais recente sinal de como o recuo nos preços de energia está afetando a indústria global de petróleo e gás.
A decisão da UE mantém a possibilidade de as empresas concluírem a fusão no início de 2016, disse o presidente da Shell, Ben van Beurden. Os acionistas das companhias ainda precisam votar sobre o acordo e deverão receber documentos formais no fim de 2015 ou início de 2016.
A aprovação em Bruxelas é a terceira das cinco pré-condições que a Shell aponta como necessárias para fechar o negócio. As duas primeiras vieram das autoridades regulatórias de Estados Unidos e Brasil, que aprovaram o negócio em junho e julho, respectivamente.
Ainda estão pendentes as aprovações da autoridade da concorrência da China e dos reguladores antitruste e de investimentos estrangeiros da Austrália.
Fonte: Dow Jones Newswires – matéria extraída do Portal do Valor Econômico
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Relações comerciais entre a China e a Rússia em mínimos históricos
Data: 2 de setembro de 2015  VOLTAR AO TOPO
O presidente russo inicia hoje uma viagem a Pequim, com muitos contratempos na agenda.
As relações diplomáticas entre a China e a Rússia estão a ser fortemente penalizada pela crise que está a afectar o país no dia em que Putin inicia mais uma viagem a Pequim. Segundo a “Bloomberg”, o comércio entre as duas nações caiu 29% no primeiro semestre deste ano, para 27,2 mil milhões de euros, muito aquém dos 100 mil milhões do ano passado. Fontes oficiais de Pequim citadas pela agência referem mesmo que está fora de causa conseguirem chegar aquele volume de negócios este ano.
O facto de os mercados chineses estarem em queda nas últimas semanas também teve reflexos no rublo, que está a bater mínimos dos últimos meses. Outra das preocupações de Moscovo prende-se com as suas exportações de energia para a China, que, ao que tudo indica, também vão diminuir significativamente em 2015.
O declínio do comércio entre os dois países fez com que a Rússia saísse da lista dos 15 parceiros comerciais mais importantes para a China, o que acontece pela primeira vez em mais de cinco anos.
Outra das áreas fortemente penalizada é a do gás natural. A Gazprom assinou um contrato de gás 355 mil milhões durante a visita de Putin à China, em Maio de 2014, tendo o presidente da Rússia defendido nessa altura que o investimento iria contribuir para a construção nas regiões orientais da Rússia do maior silo de gás natural do mundo,
Mas ainda segundo a “Bloomberg”, os dois países não conseguiram chegar a acordo sobre o pagamento da primeira tranche da China, no valor de 55 mil milhões, que serviria de financiamento ao arranque das obras.
Fonte: iOnline (Portugal)

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Autor: carlosadoria

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