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PETRÓLEO – Barra Energia mantém plano de investimentos.

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Queda do preço do petróleo não compromete projetos da Barra

 

O atual cenário de baixa dos preços do barril do petróleo não deve comprometer o plano de investimentos da Barra Energia nos próximos anos, garantiu ontem o presidente da empresa, João Carlos De Luca. Controlada pelos fundos de private equity First Reserve e Riverstone, a petroleira brasileira tem em caixa hoje US$ 500 milhões, posição que o executivo classifica como “confortável” para bancar as atividades de exploração no bloco BM-S-8 (Carcará) e de desenvolvimento do campo de Atlanta, no pós-sal de Santos.

“Estamos confortáveis hoje. Ainda temos uma capacidade de investimentos de US$ 500 milhões e há sempre a possibilidade de que os fundos aportem novo capital na empresa”, disse De Luca ao Valor.

Segundo o executivo, o montante é suficiente para cumprir os compromissos de investimento da petroleira por dois a três anos. Ele destacou, ainda, que o caixa da empresa deve ser reforçado a partir do ano que vem com a entrada em operação de Atlanta, onde a empresa detém uma fatia de 30%, em sociedade com a operadora Queiroz Galvão Exploração e Produção (30%) e a OGPar (40%).

Desde 2010, a Barra Energia recebeu aportes da ordem de US$ 1,2 bilhão, sendo US$ 500 milhões da First Reserve Corporation, mais US$ 500 milhões da Riverstone Holdings e US$ 200 milhões de outros fundos de investimento. Ela já consumiu US$ 700 milhões.

O executivo não descarta, inclusive, a entrada de um novo controlador na companhia. “Nossos controladores são fundos de private equity. Eles podem sair a qualquer momento para recuperar os investimentos. Sabemos disso desde o início”, afirmou De Luca, que negou qualquer negociação em andamento.

Carcará e Atlanta são os dois únicos ativos do portfólio atual da companhia. Segundo o executivo, os investimentos da Barra e de seus sócios nos dois projetos seguem normalmente. Em Carcará, De Luca destacou, sem dar maiores detalhes, que o consórcio já avalia a contratação de uma plataforma para o teste de longa duração da área, previsto para 2017.

De Luca falou, ainda, sobre a ausência da Barra Energia na 13ª Rodada da Agência Nacional de Petróleo (ANP), marcada para outubro. “Optamos por não participar do leilão deste ano porque os blocos oferecidos estão fora do nosso perfil exploratório, que são áreas em águas profundas em Santos, Campos e Espírito Santo”, explicou.

Sobre as oportunidades de aquisição num cenário de excesso de ofertas de ativos – a Barra é sócia da Petrobras em Carcará e detém direito de preferência num eventual venda de ativos da estatal na área – De Luca disse que a petroleira “está sempre de olho nas oportunidades”.

Fonte: Valor Econômico

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Autor: carlosadoria

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