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PETRÓLEO – Descoberta da Petrobras.

Petrobras comunica descoberta de óleo e gás em campo da Bacia Sergipe-Alagoas

 

A Petrobras comunicou à Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), no último dia 22, a descoberta de indícios de gás e petróleo na primeira perfuração de um campo obtido na 12ª Rodada, realizada em 2013. A estatal confirmou a descoberta no poço terrestre 1-BRSA-1291 – D-SE , localizado no bloco SEAL-T-420.

O poço começou a ser perfurado em 10 de janeiro, menos de dois anos após a aquisição do bloco pela estatal, em novembro 2013. A Petrobras obteve sozinha a concessão do bloco, pela qual pagou cerca de R$ 1,32 milhão. Ela também realiza a operação do bloco. Na 12ª rodada, a estatal arrematou 49 blocos de um total de 50 ofertas apresentadas.

A Bacia de Sergipe-Alagoas situa-se na Região Nordeste do Brasil entre os Estados de mesmo nome, cortados pelo Rio São Francisco. A área terrestre possui uma extensão de 13 mil km2.

Fonte: Agência Estado

 


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PETROBRAS – A Globo só quer execrar a Petrobras.

  

A Globo não ataca o Governo, ataca o Estado nacional, por J.Carlos de Assis

Globo não ataca o Governo, ataca o Estado nacional

J. Carlos de Assis*

O noticiário da Globo é tendencioso. Ninguém que seja medianamente informado pensará diferente. Entretanto, não sei se as vítimas desse noticiário perceberam que no afã de denegrir o Governo, o que está perfeitamente dentro de suas prerrogativas de imprensa livre, a Tevê Globo, sobretudo nas pessoas dos comentaristas William Wack e Carlos Sardenberg, passaram a atacar o Estado brasileiro, o que sugere crime de lesa-pátria.

O Jornal da Globo de ontem, terça-feira, ultrapassou todos os limites da manipulação no sentido de execrar com a Petrobras através de uma análise distorcida de fatos e estatísticas. Os dois comentaristas tomaram por base valor de mercado, comparando-o com dívidas, para sugerir que a empresa está quebrada. É puro charlatanismo, economia de botequim, violação das mais elementares regras de jornalismo sério.

Valor de mercado não mede valor de empresa; é simplesmente um indicador de solvência de ações num dia no ambiente ultra-especulativo de bolsas de valores. O que mede o valor real de uma empresa é seu patrimônio comparado com seu endividamento. As dívidas que a Petrobras contraiu para suas atividades produtivas, notadamente do pré-sal, são muitíssimo inferiores a seu patrimônio, no qual se incluem bilhões de barris medidos de óleo do pré-sal.

Evidentemente que os dois comentaristas da Globo torcem para que o petróleo fique por tempo indefinido abaixo dos 45 dólares para inviabilizar o pré-sal brasileiro. Esqueçam isso. É uma idiotice imaginar que a baixa do petróleo durará eternamente: a própria imprensa norte-americana deu conta de que os poços em desenvolvimento do óleo e do gás de xisto, os vilões dos preços baixos, tem um tempo de vida muito inferior ao que se pensava antes.

É claro que o preço baixo do petróleo tem um forte componente geopolítico a fim de debilitar, de uma tacada, a economia russa, a economia venezuelana e a economia iraniana – e muito especialmente a primeira. Mas o fato é que atinge também empresas americanas que entraram de cabeça no xisto, assim como países “aliados” que produzem petróleo. No caso do pré-sal, ele só se tornaria inviável no mercado internacional com o barril abaixo de 45 dólares.

Os ataques dos dois comentaristas da Globo à Petrobras têm endereço certo: é parte de uma campanha contra o modelo de partilha de produção do pré-sal sob controle único da Petrobras, contra a política de conteúdo nacional nas encomendas da empresa e contra a contratação das grandes construtoras brasileiras para os serviços de construção de plataformas e outras obras civis, principalmente de refinarias.

Esses três pontos foram assinalados no discurso de Dilma como inegociáveis. É uma decisão de Estado, não apenas de Governo. Sintomaticamente, os dois comentaristas da Globo sequer mencionaram esses pontos. Preferiram dar destaque maior ao noticiário pingado da Lava Jato, que, cá pra nós, já está ficando chato na medida em que não tem nada realmente novo, mas simples repetição à exaustão de denúncias anteriores.

P.S. Talvez os dois comentaristas teriam maior simpatia pela Petrobras se parassem para dar uma olhada nos anúncios televisivos sobre a performance vitoriosa da empresa, e que ela está pagando para serem exibidos na Globo, para mim de forma absurda e injustificável.

J. Carlos de Assis – Economista, doutor pela Coppe/UFRJ, professor de Economia Internacional da UEPB.


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PETROBRAS – Gestão do Conhecimento.

Pesquisa do Ipea aponta Petrobras como referência em gestão do conhecimento

Levantamento foi realizado com 76 organizações, sendo 67 da Administração Pública Federal

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a Petrobras é uma das empresas da Administração Pública Federal referência em Gestão do Conhecimento. A conclusão é do estudo “Gestão do Conhecimento na Administração Pública – o que mudou no período 2004-2014”, divulgado pela instituição no fim de 2014.

Segundo definição do IPEA, a Gestão do Conhecimento (GC) é um método integrado de criar, compartilhar e aplicar conhecimento para melhorar o desempenho institucional. O levantamento teve como objetivo comparar instituições pesquisadas há 20 anos e saber o que mudou com relação à institucionalização do tema, além de identificar seu grau de externalização e formalização. A pesquisa contou com um total de 76 organizações, sendo 67 da Administração Pública Federal.

De acordo com Fábio Ferreira Batista, técnico do Instituto e autor do estudo, “a Gestão do Conhecimento contribui para evitar a perda do conhecimento e inovar processos, produtos e serviços”. Sobre a importância do tema, Batista complementa: “há estudos empíricos que comprovam a relação entre práticas de GC e resultados organizacionais”.

A Petrobras faz parte do grupo constituído por cinco organizações consideradas em “estágio avançado”. Esse estágio quer dizer que a GC faz parte das prioridades estratégicas da organização; que a alta e média administração veem o tema com importância; que os empregados compartilham desta visão; e que as iniciativas de GC estão sendo implementadas de diversas formas. Neste mesmo grupo, de acordo com o IPEA, estão Banco do Brasil, Eletronorte, Eletrosul e Furnas Centrais Elétricas.

Gestão do conhecimento na Petrobras

Vemos a gestão do conhecimento como um processo para a criação de valor para o negócio, buscando identificar, criar, preservar, compartilhar e aplicar conhecimentos necessários à realização dos processos e projetos da companhia. Desde 2000, diversas iniciativas foram desenvolvidas, entre elas, o Programa Mentor Petrobras (passagem de conhecimento estruturado dos mais experientes para os mais novos) e o rodízio técnico (deslocamento temporário para outras gerências). Outras ações realizadas são as lições aprendidas (identificação, registro, disseminação e aplicação do conhecimento gerado a partir de experiências anteriores) e a disseminação do conhecimento adquirido em programas de desenvolvimento no exterior e aprendizado por observação.

A gestão do conhecimento ganhou importância na companhia especialmente nos últimos 15 anos, por conta de poucos e pontuais processos seletivos na década de 90. A partir de 2000, com a retomada dos concursos e aumento gradual do efetivo, foi se criando um “vale” na empresa, entre os que tinham mais e menos tempo de casa. Em 2006, havia 47.955 empregados, número que chegou a 62.692, em 2013. Dessa maneira, a gestão do conhecimento passou a ser essencial, de forma a garantir que o conhecimento fosse compartilhado entre empregados mais antigos e os mais novos.

Em 2014, a companhia também lançou o Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV), que tem como objetivo adequar o nosso efetivo. O PIDV foi construído de forma a garantir a necessária retenção do conhecimento, indispensável ao crescimento e à continuidade operacional. Cada participante do Programa foi classificado por seu gerente em uma categoria de GC, com prazos de desligamento equivalente ao tempo necessário para a passagem do conhecimento, sem haver prejuízos para a continuidade dos processos da companhia. Para que o empregado faça jus às indenizações previstas no Programa, ele precisa cumprir 100% dos planos de ação de gestão do conhecimento acordados com seus respectivos gestores.


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PETRÓLEO – Chevron, a pior empresa do planeta.

26.01.2015
[ Mundo ]
Em Davos: multinacional Chevron ganha prêmio de pior empresa do planeta

Sergio Ferrari
Adital

Sergio Ferrari*

Da Suíça

A Declaração de Berna e o Greenpeace outorgaram à Chevron o “Prêmio Vergonha Superlativa”. Os 64 mil votantes vía Internet elegeram a gigante petroleira estadunidense como a pior empresa do planeta, responsável, entre outras coisas, pelo desastre ecológico na selva virgem do norte do Equador.

Esse premio, acordado na tarde da sexta-feira, 23 de janeiro, na cidade alpina helvética, é o de despedida do “Olho Público”, após 15 anos de existência. O olhar cidadão, crítica contra o poder econômico e político mundial, considera que esse Foro não representa já o lugar mais adequado, nem o prêmio o método mais efetivo de denúncia.

A partir de maio próximo, as organizações que promoveram até agora o “Olho Público”, se lançarão com outras 50 associações de desenvolvimento, ecológicas, ambientais, de direitos humanos e sindicais, em uma campanha política em favor da Iniciativa Popular “Por multinacionais responsáveis”.

A mesma tentará com o apoio popular de dezenas de milhares de assinaturas, a aprovação de uma lei que obrigue as multinacionais helvéticas a respeitarem no estrangeiro – especialmente no Sul e no Leste – os direitos humanos e os estandartes meio ambientais, que devem cumplrir na Suíça mesmo.

Gigante “desumano”

A organização Amazon Watch batizou a empresa Chevron, com sede em San Antonio, Estados Unidos da América do Norte, pelas contínuas e sistemáticas violações aos direitos humanos e ambientais na Amazônia norte do Equador.

Segundo a ONG, desde o início de suas ações de exploração na zona (1964) até agora, a Chevron tem o recorde de mais de 50 anos de uma prática imoral e anti-ética, que tem afetado, de maneira direta, as populações assentadas nas províncias de Orellana e Sucumbíos, na selva equatoriana.

A Amazon Watch recorda que a Chevron Corp. já foi sentenciada pela justiça do Equador a pagar 9,5 bilhões de dólares devido aos danos ambientais provocados por sua má operação, com impactos nefastos na saúde e no bem estar dos povos que habitam as zonas afetadas, ademais das implicações diretas para o aquecimento global e a destruição da Amazônia.

“Apesar disso, ela tem usado todo o poder econômico e político para fugir da justiça mundial e colocar em andamento todo o sistema de impunidade frente ao abuso das transnacionais, o que tem levado os lutadores indígenas e camponeses equatorianos a recorrerem às Cortes da Argentina, Canadá, Brasil e, inclusive, à Corte Penal Internacional em Haia”, lembra a organização acusadora.


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ENERGIA DE CANA SERIA UMA BOA ALTERNATIVA.

Energia de cana esbarra em crise de usinas

 

A geração de eletricidade com a queima do bagaço da cana-de-açúcar é uma das alternativas mais velozes para se reduzir a dependência brasileira de hidrelétricas, de acordo com Erik Rego, professor da Escola Politécnica da USP e consultor da Excelência Energética.

“Em um ano, algumas usinas conseguiriam trocar suas caldeiras pequenas por maiores e começar a entregar energia”, afirma.

Com a modernização do maquinário, o segmento poderia dobrar a sua geração de energia, diz Zilmar de Souza, consultor de bioeletricidade da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúca).

“Se hoje o setor colabora com uma média de 4% da energia que o país consome no ano, poderia chegar a 8% com a mesma quantidade de cana”, diz Souza.

Uma usina gera, em média, 1 MW (megawatt) com a queima de cinco a seis toneladas de bagaço. Com a troca dos equipamentos para modelos mais modernos, poderia produzir a mesma quantidade com duas ou três toneladas de matéria-prima.

O plano, no entanto, esbarra na atual dificuldade de investimentos do setor sucroalcooleiro, com muitas empresas endividadas e sem recursos próprios para aportes.

“Tem empresa que não tem dinheiro nem para comprar cana”, diz Rego.

“O setor precisa de um programa de médio a longo prazo. Se isso tivesse sido feito há dois anos, hoje já teríamos essa quantidade maior [de energia]”, acrescenta Souza.

De um total de 390 companhias ligadas à Unica, 170 conseguem vender energia para terceiros.

Fonte: Folha de S. Paulo

 


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NOVO VILÃO DO CONSUMO DE ENERGIA.

Ar-condicionado vira novo vilão para consumo de energia

 

Nos últimos anos, o consumo de energia do setor residencial e comercial subiu bem acima do industrial

O chuveiro elétrico ficou para trás. Agora o novo vilão da energia elétrica é o ar-condicionado, apontado como um dos responsáveis pelo apagão que atingiu dez Estados e o Distrito Federal na segunda-feira. Naquele dia, a temperatura estava alta, acima dos 35º em São Paulo. Por volta das 14h30, na volta do almoço de muitos trabalhadores, a demanda de energia bateu recorde e ficou bem acima do programado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Na terça-feira, o consumo voltou a ficar acima das expectativas.

“Nos últimos anos, houve um incentivo muito forte ao consumo de energia elétrica”, afirma o sócio da comercializadora Enecel, Raimundo Batista. Segundo ele, ao mesmo tempo que houve um incentivo para a compra de eletroeletrônico, a tarifa de energia também caiu com a Medida Provisória 579 – embora momentaneamente.

Além disso, com a ascensão da classe média, o uso do ar condicionado se popularizou a ponto de deslocar o pico de consumo. Antes a demanda máxima de energia ocorria quando o brasileiro voltava para a casa e ligava o chuveiro para tomar banho. Agora o pico é no meio da tarde, quando o calor é maior e os aparelhos de ar condicionado são ligados.

Nos últimos anos, o consumo de energia do setor residencial e comercial subiu bem acima do industrial. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), entre 2011 e 2013 o consumo de eletricidade das residências brasileiras subiu 11,5%. Se forem consideradas as estimativas para 2014, o crescimento atingirá 18% no período.

No setor comercial, o aumento nesse período deve ficar por volta de 22%. Enquanto isso, o setor industrial teve recuo de quase 3%. “O que temos de fazer agora, no curto prazo, é um trabalho voltado ao consumo. O governo tem de pedir para os brasileiros economizarem. Isso não é vergonha nenhuma”, diz Batista.

Fonte: Veja Online com Estadão Conteúdo

 


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PETROBRAS – A pressão já começou da parte daqueles de sempre.

Queda do preço do petróleo afetará investimentos no Brasil, diz IBP

 

A queda do preço do petróleo afetará os investimentos no setor de óleo e gás no Brasil, afirmou ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), João Carlos de Luca. “A queda (do preço do petróleo) afeta investimentos no mundo todo e nós não somos diferentes”, disse após reunião com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na manhã desta quinta-feira, 22.

Ele citou que vários países estão avançando para rever a legislação do setor e afirmou que o IBP está numa rodada de reuniões com ministros, em Brasília. “Estamos estabelecendo um diálogo com o governo para discutir soluções para o setor”.

Luca classificou como positiva a indicação do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de que a Petrobras irá, cada vez mais, tomar decisões de preço segundo a avaliação empresarial a própria empresa. “É um sinal importante, e são desses sinais que precisamos para manter o investimento”, declarou.

Nos encontros com ministros, o presidente do IBP tem apresentado, além de um gráfico que mostra o crescimento do investimento no setor de óleo e gás de 1995 até 2013, as expectativas de investimento de 2014 até 2017. “A perspectiva de investimento do setor de petróleo e gás (R$ 488 bilhões) é seis vezes maior que a previsão para o setor automotivo (R$ 74 bilhões)”, comparou. O documento mostra, ainda, que petróleo e gás representa 42% dos investimentos industriais do Brasil até 2017 e 12% do investimento total, segundo dados do IBP, com base em informações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e social (BNDES).

Além de Nelson Barbosa, o presidente do IBP planeja encontrar a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, ainda hoje. Ontem ele se reuniu com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.

Fonte: Estadão Conteúdo

 


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O ALVO É A PETROBRAS.

O alvo é a Petrobras


Autor: Carlos Chagas

As coisas nunca são como parecem. Deve-se desconfiar de tudo. Claro que jamais se duvidará da existência da quadrilha que assaltou a Petrobras, certamente há muito tempo. Da mesma forma, é evidente o anseio nacional de que todos os bandidos devem ser julgados e duramente punidos, desde os diretores e funcionários da estatal até os empreiteiros, sem esquecer os políticos cuja divulgação dos nomes já tarda. Cadeia neles!

No entanto… No entanto, é preciso prospectar mais fundo. Atentar para o que se passa nas camadas ocultas desse escândalo monumental. Uma conspiração está em marcha, engendrada a partir da roubalheira, ou aproveitando-se dela, provavelmente desconhecida da maioria dos patifes que vinham assaltando os cofres públicos. Paranoias à parte, conspiração planejada lá fora, com as mesmas ramificações nacionais de sempre.

Numa palavra, aproveitaram ou até estimularam a crise na maior empresa brasileira, única em condições de assegurar nossa soberania e alavancar nossa transformação em grande potência. O alvo é a Petrobras. Querem desmontá-la. Desconstruí-la. Impedir que possa impulsionar o desenvolvimento aqui nos trópicos.

É possível, mesmo, que algum dos corruptores agora denunciados faça parte desse conluio de objetivos antinacionais, mas contar os bilhões surripiados do nosso patrimônio importa tanto quanto verificar a blitz desenvolvida para enfraquecer e desmoralizar a empresa, limitando seus investimentos e, no final de tudo, para privatizá-la. Entregá-la ao capital internacional, ainda mais depois da descoberta das reservas nas profundezas do pré-sal.

Outra razão maior não existe para levar a Petrobras aos tribunais americanos e europeus. A imprensa internacional cumpre seu papel ao abrir amplos espaços para detalhar a lambança aqui acontecida, mas haverá no seu comportamento aquela intenção oculta de atingir as estruturas da estatal petrolífera. Logo uma campanha monumental estará sendo desencadeada, certamente com a participação de setores da nossa mídia.

Antes mesmo de sua criação a Petrobras vem sofrendo bombardeio permanente, aliás, denunciado por seu criador, Getúlio Vargas, num dos mais importantes documentos da nossa história, a Carta Testamento. Governos brasileiros, de quando em quando, buscam sabotá-la, até com iniciativas histriônicas como a de Fernando Henrique Cardoso, que tentou rebatizá-la. As duas últimas administrações, sem consciência da importância e da simbologia da empresa, permitiram a abertura de seu flanco ao entregá-la ao PT e penduricalhos. Por certo que Lula e Dilma não formam no clube dos sabotadores, mas permitiram aos ladrões a ocupação da Petrobras. São igualmente culpados, ainda que em grau diferente do sociólogo.

Em suma, e repetindo a exortação para que corruptos e corruptores sejam logo postos atrás das grades, é necessário alertar para a conspiração em marcha: o alvo é a Petrobras!


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Da série, “Isso não sai no JN”.

 

Vendas da Petrobras Distribuidora cresceram 6,9% em 2014

Autor: Rogério Lessa
As vendas da Petrobras Distribuidora cresceram 6,9% em 2014 sobre o ano anterior, chegando a 57 bilhões 380 milhões de litros comercializados, acima da evolução do segmento em geral (+5,6%). O óleo combustível foi o destaque (+30,5%), além do etanol (+11,2%), asfaltos (+8,7%), gasolinas (+8,4%) e lubrificantes (+7,6%). Já o óleo diesel e produtos de aviação tiveram altas de 2,8% e 1,5%, respectivamente.

As vendas de gasolinas, diesel, lubrificantes e asfaltos pela Petrobras Distribuidora movimentaram no ano passado os maiores volumes desde o início da série histórica, em 2008. Nesse sentido, o mês de outubro foi o destaque, pois as vendas em geral (que somam os mercados revendedor e consumidor) também atingiram uma marca inédita, de 5,3 bilhões de litros.

No caso do óleo combustível, o aumento do consumo foi resultado do acionamento mais intensivo de usinas termelétricas. Já a alta dos volumes de gás natural canalizado se explica pela expansão da malha de fornecimento aos clientes no Espírito Santo, onde a Petrobras Distribuidora é a concessionária de distribuição e da carteira de clientes industriais, comerciais e residenciais.

As vendas de gasolinas também tiveram influência do crescimento de 5,5% na frota de veículos (majoritariamente flex) em 2014. Nesse segmento, a empresa lançou no ano passado a aditivada Petrobras Grid, incorporando um pacote exclusivo de detergentes, dispersantes e um aditivo redutor de atrito, especialmente desenvolvidos para o mercado brasileiro, que proporcionam maior desempenho, máxima eficiência e proteção do motor.


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PETRÓLEO – China está acumulando reservas de petróleo.

Autor: Rogério Lessa.

 

Maior consumidora de energia do mundo, cujo governo não abre mão de minuciosa estratégia geopolítica e econômica, a China está aproveitando a queda vertiginosa dos preços do petróleo para acumular reservas. De acordo com dados oficiais do governo chinês, a importação de petróleo do país atingiu 7,18 MM bpd em dezembro de 2014, o que representa um aumento de 13,4% na comparação anual e um recorde histórico para o país. Na comparação com o mês anterior, o aumento das importações disparou em 970 Mbpd. Analistas do mercado afirmam que cerca de metade do aumento das importações chinesas em 2014 foi direcionada para compor estoques comerciais ou estratégicos no país. As importações no ano de 2014 tiveram média de 6,19 MM bpd, alta de 9,5% com relação ao ano anterior, e a produção de petróleo doméstico cresceu em 0,7%, atingindo 4,2 MM bpd. Os estrategistas chineses sabem que será difícil manter o petróleo no atual patamar, abaixo de US$ 50 o barril. Segundo relatório elaborado pela consultoria WoodMackenzie, apenas uma pequena fração (0,2% ou 190 Mbpd) da produção atual mundial de petróleo não é economicamente viável a preços de Brent menores do que US$ 50/bbl, mas cerca de 1,5 MM bpd de produção (1,6%) ficam vulneráveis se os preços chegarem a US$ 40/bbl. Com preços de U$ 40/bbl, ainda, entram em risco projetos de produção de óleo pesado na América Latina, especialmente na Venezuela e Colômbia. No entanto, até aqui a conjuntura internacional das cotações de petróleo não parece estar interferindo na produção da Petrobrás. “A produção total de óleo e gás natural da Petrobras, no Brasil, em dezembro de 2014, foi de 2 milhões 675 mil barris de óleo equivalente por dia. Em dezembro de 2013, essa produção foi de 2 milhões 290 mil barris de óleo equivalente por dia. Houve, então, um aumento de 16,8% na produção da Petrobras. No dia 21 de dezembro, apenas a produção de petróleo no Pré-Sal, sem computar o gás, foi de 713 mil barris por dia. Esse aumento de 16,8% é um resultado extraordinário pouco divulgado pela mídia. Parabéns para os técnicos da Petrobras”, destaca o consultor legislativo Paulo Cesar Ribeiro Lima.

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