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GÁS NATURAL – Demanda chinesa deve dobrar até 2019.

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AIE diz que demanda chinesa de gás natural deve dobrar até 2019

A demanda chinesa de gás natural deve quase dobrar até 2019, compensando um crescimento mais lento na Europa e em outros lugares, informou ontem a Agência Internacional de Energia (AIE) em seu relatório anual de médio prazo sobre o mercado de gás. A demanda de gás global deverá subir 2,2% por ano até o fim de 2019 em comparação com a alta de 2,4% projetada na estimativa do ano passado.
O gás natural liquefeito (GNL) vai atender grande pane desta demanda, com novos gasodutos ganhando relevância. Em uma mudança diante da dominação tradicional de fornecedores estatais, operadores do setor privado na Austrália, Canadá e Estados Unidos devem liderar a expansão do comércio de GNL, que deve ter crescimento de 40%, atingindo 450 bilhões de metros cúbicos até o fim de 2019.
Metade de todas as novas exportações de GNL virá da Austrália, enquanto a América do Norte será responsável por cerca de 8% do comércio global do gás em 2019, informou a AIE.
“Estamos entrando na era de mercados muito mais eficientes de gás natural, com benefícios adicionais para a segurança energética”, disse a diretora executiva da AIE, Maria van der Hoeven. “Enquanto o crescimento da demanda é impulsionado pela região da Ásia e do Pacífico e especialmente pela China, o crescimento da oferta para o comércio internacional de gás é dominado por investimentos privados em GNL na Austrália e na América do Norte”.
Preços
No entanto, os altos preços do GNL estão ameaçando afetar a demanda e isso pode abrir a porta para o aumento do uso de carvão, acrescentou. Os setores
de energia, indústria e transporte da China vão impulsionar a demanda global de gás chinês para 315 bilhões de metros cúbicos em 2019, um aumento de 90% ao longo do período de previsão, disse o relatório.
Ainda que a China continuará a ser um importador significativo, metade de sua nova demanda de gás será atendida por recursos internos, cuja maioria é não convencional. A produção chinesa deverá crescer 65%, para 193 bilhões de metros cúbicos em 2019, de 117 bilhões de metros cúbicos em 2013, segundo o relatório.
Enquanto isso, na Europa, não se espera que o consumo se recupere para o seu pico de 2010 durante os próximos cinco anos devido ao fraco crescimento da demanda de energia e apoio do governo para as energias renováveis. Além disso, não haverá diversificação significativa do abastecimento de gás da Europa até o final da década, segundo o relatório.
Fonte: Agência Estado

Autor: carlosadoria

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