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ENERGIA ELÉTRICA – O blefe da oposição.

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A oposição e seus aparelhos políticos – centros de estudos, entidades empresariais do setor elétrico e consultores -, difundem a ideia que a falta de planejamento e de investimentos dos governos dos presidentes Lula e Dilma Rousseff expõe o país ao risco de racionamento de energia. Escondem da cidadania informações e dados preciosos, que com certeza têm, e que comprovam o contrário.

Mais grave é afirmarem que a matriz energética brasileira está ultrapassada, “suja” pelo acionamento das termelétricas. Espera um pouco! Não há crise energética resultante de incapacidade de geração coisa nenhuma, ao contrário do que aconteceu em 2001, quando o país enfrentou o último racionamento de energia, de mais de um ano entre 2001 e 2002, decretdo pelo governo tucano de Fernando Henrique Cardoso.

O que há, agora, é a maior estiagem das últimas décadas. Como pode constatar, aliás, o cidadão paulista pela falta de água que levou ao racionamento na Capital, Grande São Paulo e municípios do entorno. E que, no caso de são Paulo, por mais que o governo Geraldo Alckmin tente jogar a culpa nas costas de são Pedro, na falta de chuvas é, também, pela falta de investimentos, obras e medidas preventivas que foram propostas pelos técnicos há cinco anos para impedir que o Sistema Cantereira secasse, e que foram engavetados pelos governos tucanos de Alckmin e de José Serra.

Estiagem obrigou país a acionar termoelétricas

Pois bem, a mais longa estiagem enfrentada pelo país em décadas e décadas, foi que obrigou o sistema de operação da rede nacional de energia a acionar as termelétricas que realmente são mais caras e poluentes que as hidrelétricas. Já o apagão de 2001/2002 no governo tucano foi ocasionado por incapacidade de geração e por falta de investimentos em novas hidrelétricas e em transmissão, o que impossibilitou transferência da energia em excesso em uma região para a outra.

Hoje a realidade é totalmente diferente. O sistema está interligado nacionalmente e a geração de energia no país,  que era de 74.800mw em 2001, hoje é de 122.900mw. Em 2001 o risco de déficit energético era de 44% nas regiões Norte e 29% na Sudoeste, onde hoje é de 2% e 7%, respectivamente.

Neste exato momento o país constrói nove hidrelétricas – entre as quais as gigantes de Belo Monte, no Pará, e Santo Antônio e Jirau, em Rondônia; 6 termelétricas; 140 eólicas; e cinco pequenas centrais elétricas. Apenas as três novas hidrelétricas maiores em construção, Jirau com 3.750mw, Santo Antônio com 3.150mw e Belo Monte com 11,233mw, mais as demais obras do PAC 2 no setor energético acrescentam ao sistema 26.784mw.

Energia não ficou mais cara por causa de regulação do setor

A energia não ficou mais cara em decorrência da nova regulação do setor, por causa do fim de inúmeras concessões. Este fim, inclusive permitiu uma redução de até 20% nas tarifas,  já que os investimentos daquelas hidrelétricas já estavam amortizados e, portanto, não haveria porque continuar lançando os custos deles no cálculo de suas tarifas.

Ficou mais cara porque a energia das termoelétrica tem mais alto custo e porque, com a privatização e desregulamentação da era tucana, criou-se um mercado livre de energia onde os preços dispararam com a estiagem.

É bom recordar que o apagão de 2001/2002, da era FHC / PSDB, agravou o desemprego que foi para 12,2% em 2002 e hoje é de 4,9%. E agravou a inflação, que era de 12,5% em 2002 e hoje é de 5,9%. E precisamos todos nos lembrar que aquele apagão foi resultado da falta de investimentos em geração e transmissão, já que preparavam todo o sistema para a privatização.

A verdade que tucanos e mídia querem que o país desconheça e esqueça.

Não se pode esquecer, ainda, de jeito nenhum, que a gestão tucana construiu as termoelétricas, mas não fez os investimentos para aumentar a produção e importação de gás para movê-las. Daí que, por anos e anos, pagamos bilhões e bilhões de reais ao ano por uma energia não produzida. Bilhões e bilhões de reais ao ano, repetimos, para algumas empresas numa autêntica e cabal demonstração de ineficiência e incompetência, misturadas com uma deliberação política de não investir para poder privatizar tudo.

Hoje o país tem gás, já que a Petrobras produz mais de 100 milhões de metros cúbicos/ano, três vezes mais que em 2003 e investiu durante nossos governos R$ 38 bi na produção de gás e usinas de gasificação do gás importado  Eis aí uma verdade – a verdade que os tucanos e a mídia, sua aliada, querem que o país desconheça e esqueça.

Autor: carlosadoria

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