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ANGRA 3.

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 A Eletronuclear pretende lançar no próximo mês o edital da licitação, por menor preço, para os serviços de montagem eletromecânica da usina nuclear de Angra 3. Os contratos, estimados em aproximadamente R$ 2 bilhões, são os mais valiosos do empreendimento ainda em disputa. Após a realização da etapa de pré-qualificação técnica e do aval concedido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para a continuidade do processo, apenas dois consórcios permanecem na disputa. Um deles é o UNA 3 (formado pelas construtoras Andrade Gutierrez; Norberto Odebrecht; Camargo Corrêa e UTC Engenharia). O outro é o Angra 3 (composto por Queiroz Galvão, Empresa Brasileira de Engenharia e Techint). Os contratos são divididos em dois pacotes. O primeiro está relacionado ao sistema primário, que cobrirá as atividades da área nuclear, no valor estimado de R$ 850 milhões. O segundo é voltado para os sistemas convencionais da usina, no valor previsto de R$ 1,08 bilhão. Segundo o assessor da presidência da Eletronuclear Leonam dos Santos Guimarães, somente após a assinatura dos contratos de montagem eletromecânica e de fornecimento de equipamentos de instrumentação e controle, este com a francesa Areva, é que será possível prever, com algum fundamento, uma data para o início de operação da terceira usina nuclear brasileira. Guimarães, porém, já admite uma nova alteração no cronograma atual do empreendimento. “O prazo anterior era dezembro de 2015. Aí fizemos uma atualização para junho de 2016. Deve haver uma nova atualização. Mas qualquer previsão que se faça hoje ainda contém muita incerteza. Afirmar qualquer coisa agora seria muito imprudente”, disse Guimarães, em seminário sobre energia nuclear, ontem, no Rio de Janeiro. Segundo ele, os atrasos no cronograma impactam nos juros durante a construção da usina e afetam o fluxo de caixa do projeto, mas não têm efeito sobre o valor de investimento inicial, de R$ 10,3 bilhões, nem tiram a característica de atratividade do empreendimento, de 1.405 megawatts (MW) de capacidade. Já a usina Angra 1, que estava desligada desde a semana passada, foi reconectada ontem ao sistema elétrico. Segundo o assessor da diretoria de Operação da Eletronuclear Luiz Porto, a usina está em processo de elevação de potência e deve alcançar a capacidade plena de produção (640 MW) até o fim desta semana. “Vamos repetir alguns testes e alguns patamares de potência de forma que possamos chegar aos 100% com bastante tranquilidade até o fim da semana”, disse. O desligamento automático da usina, cujo motivo até então era desconhecido, ocorreu por um defeito em um cartão eletrônico do sistema de proteção do reator. O problema foi resolvido com a substituição do cartão defeituoso. “Houve um desligamento automático do reator porque o sistema de proteção do reator funcionou. Não houve nenhum risco. O sistema atuou como deveria atuar. Quando há um mau funcionamento, desliga-se o reator até que se entenda o que aconteceu”, explicou Porto.(Valor Econômico/Redação)

Autor: carlosadoria

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