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PETROBRAS VENDE ATIVOS NA NIGÉRIA.

A Petrobras lançou um leilão de seus campos de petróleo na Nigéria, em uma venda que pode alcançar 5 bilhões de dólares, em meio aos planos da companhia para levantar recursos para seu plano de investimento, disseram fontes próximas do assunto.
A companhia contratou a Standard Chartered para promover o processo, que deve começar nos próximos dois meses, segundo as fontes. Companhias petrolíferas da Ásia devem participar do leilão.
Representantes da Petrobras e da Standard Chartered não comentaram o assunto.

A Petrobras iniciou operações na Nigéria em 1998, em águas profundas do Delta do Níger.

Os parceiros da Petrobras nos dois projetos nigerianos são Total e Chevron.(Agência Reuters/Redação)

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FERNANDO SIQUEIRA DA AEPET ENTREVISTADO PELO JORNAL MEXICANO LA JORNADA

Debate no México sobre o Setor Energético

Data: 18/03/2013 
Fonte: Jornal La Jornada

 FERNANDO SIQUEIRA FALA NO JORNAL MEXICANO LA JORNADA

O Vice-Presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás, Fernando Siqueira, conclamou o povo do México a “pensar muito bem” antes de modidficar a legislação que rege a PEMEX , já que quando se abre qualquer brecha na regulação não se tem mais o controle. Durante o Fórum Mitos e Realidades da Petrobrás, realizado no senado, Siqueira pois abaixo a versão propalada pelo governo mexicano de que a privatização dessa empresa brasileira foi benéfica. O que na realidade aconteceu, disse, é que as multinacionais se apoderaram de 100% do petróleo que exploravam só pagando 10% do imposto e não desenvolveram tecnologia nova. A privatização da Petrobrás foi ruim para a empresa e péssima para o Brasil e o então presidente Luiz Inacio Lula da Silva teve que mudar a legislação para frear as multincionais insistiu.

Destacou que a partir de que a petrolífera se abriu ao capital privado em toda a cadeia produtiva em 1997 teve que se submeter a lei norteamericana Sarbanes Oxley que dificulta a sua ação. Siqueira disse que é mentira que a tecnologia só de posse dos capitais privados. Já que tanto a Petrobrás como a PEMEX podem deter equipamentos e tecnologias necessárias para explorar águas profundas sem a intervenção estrangeira e sem diminuir a sua lucratividade no setor de petróleo.
O Forum coordenado pelo Senador Manuel Barllet, teve outras vozes que pediram que o Brasil seja exemplo. Entre eles está Javier Jiménez Espriú, integrante de Engenheiros da Constituição de 1917 que advertiu que se quer despertar a consciência dos mexicanos antes que seja tarde para evitar a entrega do petróleo e da energia elétrica aos consórcios estrangeiros. Membro do Conselho Cosultivo do Movimento Regeração Nacional(MORENA), Jimenez Espriú disse que caiu o mito que devemos imitar a Petrobrás fica claro que a intenção é entregar o lucro como aconteceu antes da intervenção de Lula. Alertou sobre a decisão de Peña Nieto de continuar com o mesmo esquema de 2008 quando por meio de “uma brecha jurídica de interpretação”, com os famosos contratos incentivados, se abriu a participação privada do setor. Com este mecanismo, agora se pagar 75% dos custos do trabalho que realizam as empresas estrangeiras que ganharam alguma concessão, além disso se lhes entregam 5, 6, 7  10 doláres por cada barril que se extrai. Barllet concordou que se deve mobilizar a sociedade em defesa do petróleo e acabar com as mentiras do governo federal e dos Priistas em insistir que não vão privatizar os energéticos.

A respeito o analista Alfredo Jalife-Rahme afirmou que os priistas vão repetir até o cansaço que não haverá privatização e dirão que é erro esta insistência. Desmentiu as afirmações dos priistas durante a discussão  da estatrégia Nacional de Energia de David Penchina de que não haja recursos para o desevolvimento energético e se precisa de 100 bilhões de pesos. Isso é falso  disse, e se tem que ver que a Pemex ocupa o 34º lugar entre as 100 maiores empresas do mundo la Estrategia Nacional de Energía

O engenheiro Francisco Garaicochea, ex funcionário da Pemex e presidente da Associação dos Engenheiros Petroleiros Constituição de 1917 advertiu que a privatização da PEMEX fará com que se gerem empregos nos EUA e não no México, porque nos vão vender equipamentos, ferramentas e os serviços, além de levar o nosso petróleo.O economista Lorenzo Carrasco Bazua assegurou que se tem que fazer uma aliança política entre o Brasil e o México e criar uma frente parlamentar independente porque se enfrentam pressões dos EUA pelo controle dos recursos energéticos.


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CRISE NO SETOR DE ETANOL

Usinas de cana colheram três safras consecutivas afetadas por problemas climáticos.A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural realizará audiência pública para debater a situação das usinas de açúcar e etanol do Centro-Sul do Brasil. Essa área geoeconômica abrange os estados das regiões Sul, Sudeste (com exceção do norte de Minas Gerais), Centro-Oeste e o sul de Tocantis. A iniciativa do debate é do deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP), com o apoio dos deputados Moreira Mendes (PSD-RO) e Abelardo Lupion (DEM-PR). Nogueira cita dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única), segundo os quais das 330 usinas de açúcar e etanol do Centro-Sul, responsáveis por 90% de toda a cana processada no País, 60 deverão fechar as portas ou mudar de dono nos próximos três anos. As usinas, ressalta Nogueira, além de contarem com poucos recursos para renovar e ampliar o canavial, colheram três safras consecutivas afetadas por problemas climáticos, o que elevou o custo. “Para piorar, o setor alega não ter como repassar esse aumento para o preço, por causa da concorrência da gasolina e dos valores do açúcar fixados no mercado internacional”, diz. O parlamentar acrescenta que a crise afeta o emprego e atividade econômica das localidades onde as destilarias estão localizadas. “Em 2012, conforme o Dieese, o setor ucroalcooleiro [que produz açúcar e álcool] eliminou mais de 18 mil postos de trabalho no País”, informa.(Agência Brasil/Redação)


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AS AGRURAS DA GAZPROM

 
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Hoje, a Gazprom vale apenas um terço do que valia em 2008 (Reprodução/Bloomberg)
 

O gigante ferido da Rússia

A maior produtora de gás do mundo está passando por maus bocados. É hora de desmembrá-la

 

Por um momento, parecia que a era de ouro da Gazprom nunca chegaria ao fim. A maior produtora de gás natural do mundo, fundada a partir do antigo ministério do gás soviético e cujas açõespertencem em sua maioria ao governo, colheu os resultados dos altíssimos preços do gás por anos. Gasodutos levavam a preciosa carga para a Europa e os lucros fluíam no sentido contrário. A Gazprom iniciou uma obra de US$ 1,9 bilhão para sua futura sede em São Petersburgo e funcionou como um saco de dinheiro semfundo para os governantes da Rússia. Seja lá qual fosse o problema, eles o “sufocavam com dinheiro”, como assinalou Natalia Volchkova da New Economic School de Moscou.

Tudo isso agora está correndo risco. Os antigos campos de gás da empresa estão produzindo menos. Graças ao boom do gás de xisto americano, há mais gás no mercado mundial. Os consumidores europeus da Gazprom estão se dando conta de que há outras opções. Os preços que a empresa pode cobrar estão caindo, e com eles os prospectos da empresa.

Anos de dinheiro fácil fizeram com que a Gazprom se tornasse pesada e vagarosa. A empresa domina o seu mercado doméstico, produzindo cerca de 75% do gás da Rússia, e detém o monopólio daexportação do combustível. Até pouco tempo, a empresa detinha boa parte do mercado da Europa Ocidental, fornecendo 25% do gás consumido por essa região. Por muito tempo, isso blindou a Gazprom contra mudanças nos mercados globais de gás.

Hoje em dia a Gazprom passa por uma situação pouco familiar a seus gestores, uma vez que tem mais problemas e menos dinheiro para solucioná-los. Em 4 de março, suas ações atingiram o recorde negativo dos últimos quatro anos. Os investidores estimam que hoje a Gazprom valha apenas um terço do que valia em 2008.

 


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FERNANDO DE NORONHA VAI GANHAR USINA SOLAR.

O terreno da nova usina – que terá uma potência instalada de 400 kWp – fica no Comando da Aeronáutica, em uma área de 7.000 m²

A Compahia Energética de Pernambuco (Celpe) vai fornecer energia solar até o final deste ano à Ilha de Fernando de Noronha. A ação é pioneira em um sistema isolado brasileiro como o arquipélago.

O processo, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), finalizou a etapa de tomada de preços para a realização do projeto executivo e instalação da usina solar fotovoltaica. A empresa bencedora foi a WEG Equipamentos Elétricos S.A, que vai ficar responsável pela aquisição, transporte, instalação, monitoramento e manutenção da usina.
O terreno da nova usina – que terá uma potência instalada de 400 kWp – fica no Comando da Aeronáutica, em uma área de 7.000 m², próximo ao aeroporto de Fernando de Noronha. Após a conclusão dos serviços, a usina será doada ao governo federal.

Além de Noronha, outras usinas foram instaladas pelo grupo Neoenergia no Brasil, como no estádio de Pituaçu, em Salvador. A segunda está sendo implantada na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata.
Fonte: Jornal do Commercio – Pernambuco


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CAPACIDADE EÓLICA DEVE MAIS QUE DOBRAR NO PAÍS

Custo competitivo da geração a partir dos ventos em relação a outras fontes é um dos estímulos ao crescimento do setor.

O Brasil pode dar um verdadeiro salto na capacidade de geração eólica. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o País iniciou 2013 com 108 usinas dessa fonte e uma potência de aproximadamente 2,5 mil MW. Até o final do ano, esse número deverá subir para algo em torno de 6 mil MW (mais do que toda a demanda de energia do Rio Grande do Sul).

As projeções constam no Boletim Mensal de Dados do Setor Eólico (março/2013). Conforme o documento, um dos fatos que explica esse crescimento são as contratações já realizadas nos leilões regulados e no mercado livre. O levantamento aponta ainda que o mês de março se iniciou com 2.583,8 MW de potência eólica instalada, distribuída em 111 parques eólicos, representando um crescimento de cerca de 3% de potência e de três parques em relação ao começo de janeiro. Em comparação com as outras fontes, a eólica possui uma participação de 2% dentro da matriz elétrica nacional.

A presidente-executiva da ABEEólica, Elbia Melo, salienta que a energia eólica tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Um dos motivos para isso é o custo competitivo dessa geração que, atualmente, perde apenas para a hidreletricidade proveniente de complexos de grande porte. Elbia calcula que, até o final de 2017, a fonte atinja uma participação de 5,5% na matriz elétrica brasileira.

Segundo a ABEEólica, neste mês de março, o Rio Grande do Sul registra 14 parques eólicos em funcionamento, que totalizam 440 MW de potência instalada. Isso coloca o Estado em terceiro lugar no ranking nacional, sendo superado pelo Ceará (19 usinas e 588,8 MW) e Rio Grande do Norte (25 complexos e 727,2 MW). Já quanto a empreendimentos em construção, o Rio Grande do Sul também ocupa a terceira colocação, com 27 projetos, que somarão 642,8 MW eólicos. A região é superada pela Bahia (28 unidades e 886,6 MW) e, novamente, pelo Rio Grande do Norte (44 estruturas e 1.171,4 MW).

O diretor da Siclo Consultoria em Energia Paulo Milano acredita que a posição do Rio Grande do Sul é adequada. Ele ressalta que o Nordeste possui uma maior constância de ventos e por isso sua média de produção eólica é superior. Além disso, há fortes incentivos para a concretização desses empreendimentos. “O terceiro lugar é muito bom, temos que torcer para não perder essa colocação”, aponta Milano.
Fonte: Jornal do Comércio – Rio Grande do Sul


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SHALE GÁS NA BAHIA

Volume de shale gas deve ser definido até junho, diz BA

O Estado da Bahia tem um grande potencial de shale gas que, segundo estudos preliminares da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), indicam 20 trilhões de pés cúbicos. A informação foi prestada pelo superintendente da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, Paulo Roberto Brito.

“Até o final do primeiro semestre devemos ter uma avaliação mais ampla sobre o volume de gás, contudo, é muito provável que deva superar essa marca”, afirmou à reportagem após evento na Câmara Brasil Alemanha, nesta segunda-feira, na capital paulista.

De acordo com Guimarães, o potencial está concentrado nas bacias de Recôncavo e Tucano. “É uma região em que já tem muitos estudos técnicos porque possui 6 mil poços perfurados, portanto, tem grande potencial de exploração comercial”, disse.

Ele destacou que há a perspectiva de que o leilão para a área ocorra em dezembro pela ANP.
Fonte: Agência Estado


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FÓRUM SOCIAL MUNDIAL – PROJETOS PATROCINADOS PELA PETROBRAS

Projetos patrocinados participam do Fórum Social Mundial na Tunísia

 

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Representantes de projetos sociais e ambientais patrocinados pela Petrobras participam, a partir desta terça-feira (26/3), da edição 2013 do Fórum Social Mundial em Túnis, na Tunísia. O evento é considerado o maior encontro da sociedade civil organizada e terá um espaço dedicado aos brasileiros, patrocinado pela Companhia em parceria com o GRAP – Grupo de Apoio e Reflexão ao Processo Fórum Social Mundial do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase).

“A Casa Brasil é uma iniciativa do governo brasileiro que apoiamos desde 2006, quando o Fórum Social Mundial foi realizado em Caracas, na Venezuela. É um espaço para que as instituições brasileiras apresentem seus projetos e troquem experiências com organizações do mundo todo”, destaca Armando Tripodi, gerente executivo de Responsabilidade Social da Petrobras, presente no fórum.

Na quarta-feira, 27/3, estarão reunidas, na Casa Brasil, as instituições ligadas à geração de trabalho e renda, gestão ambiental na Região Amazônica e ao movimento de catadores de material reciclável. Haverá apresentações da Rede Solidária Cata-Vida, Projeto Pacto das Águas, e da Associação dos Remanescentes de Quilombo do Bairro Nhunguara.

No dia 28/3, o foco será nos projetos que promovem a inserção de pessoas em situação de vulnerabilidade social; oficinas sobre gênero, sexualidade e saúde; e ações de mitigação de emissões e sequestro de carbono. Haverá palestras com os projetos Turma que Faz e Poço de Carbono Juruena. Também se apresentarão o Instituto Promundo e o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis. No mesmo dia, será promovida uma mesa de diálogo do projeto de alfabetização de jovens e adultos Mova Brasil, desenvolvido em parceria entre a Petrobras, a Federação Única dos Petroleiros e o Instituto Paulo Freire.

No último dia de apresentações, 29/03, será a vez dos projetos Fábrica de Imagens, Juventude e Gênero no Campo e da Associação Rede Cananéia. Os temas serão o fomento ao empreendedorismo, gênero e diversidade sexual e permanência da juventude no ambiente rural. Os representes de projetos também estarão nos debates promovidos pelo seminário internacional “Crise, Desenvolvimento e Democracia – Cartografias do Futuro”, realizados nos dias 28 e 29 de março pelo GRAP, com patrocínio da Petrobras.

Programação:

Apresentação da Rede Solidária Cata-Vida

Data e horário: 27/03, de 9h às 11h30 – Sala M216

Tema: “A importância da organização dos catadores em cooperativas e estas em rede solidária”.

Apresentação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Aripuanã

Data e horário: 27/03, de 13h às 15h30 – Sala P17

Tema: “Apoio a processos de gestão ambiental e territorial em terras indígenas na Amazônia”.

Apresentação da Associação dos Remanescentes de Quilombo do Bairro Nhunguara

Data e horário: 27/03, de 13h às 15h30 – Sala M217

Tema: “Fábrica Comunitária de Alimentos Artesanais do Quilombo de Nhunguara”.

Apresentação da Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge

Data e horário: 28/03, de 9h às 11h30 – Sala A

Tema: ” Opereta popular – O dia que nasceu a noite”.

Apresentação do Instituto Promundo

Data e horário: 28/03, de 9h às 11h30 – Sala S1

Tema: “Estratégias em Cultura e Comunicação para a Promoção da Equidade de Gênero e Afirmação da Diversidade Sexual no estado do Ceará, Brasil”.

Mesa de diálogo do Projeto Mova-Brasil

Data e horário: 28/03, de 9h às 11h30 – Sala: SE4A

Participação do gerente de Responsabilidade Social da Petrobras, Armando Tripodi

Tema: “As contribuições da Petrobras para a educação em direitos humanos”.

Apresentação do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis

Data e horário: 28/03, de 13h às 15h30 – Sala: ABG

Tema: “Trabalho e Sustentabilidade: a experiência da organização dos catadores”.

Apresentação da Associação de Desenvolvimento Rural de Juruena

Data e horário: 28/03, de 16h às 18h30 – Sala SE 8

Tema: “Amazônia Viva: conservando a biodiversidade através da economia solidária”.

Apresentação da Fábrica de Imagens

Data e horário: 29/03, de 9h às 11h30 – Sala Tente Femmes 1

Tema: “Estratégias em Cultura e Comunicação para a Promoção da Equidade de Gênero e Afirmação da Diversidade Sexual no estado do Ceará, Brasil”.

Apresentação da Rede Cananéia

Data e horário: 29/03, de 9h às 11h30 – Sala M216

Tema: “Rede de Empreendedorismo Comunitário”.

Apresentação da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Maranhão

Data e horário: 29/03, de 13h às 15h30 – (sala a confirmar)

Tema: “Permanência da Juventude Rural no Campo”.

Serviço Casa Brasil no Fórum Social Mundial 2013:

Data: 26 a 29 de março

Horário: a partir de 9h

Local: Casa Brasil – estacionamento da Universidade de Tunis (92, Boulevard 9 Avril 1938 -1007 – Tunis – Tunísia).


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BRASIL EXPORTA QUARTZO, MAS NÃO DOMINA A TECNOLOGIA DA LUZ SOLAR.

Mesmo ensolarado por natureza, o Brasil enfrenta um problema crônico para expandir a produção de energia solar: os equipamentos são importados, com alto custo, o que torna a eletricidade gerada cara demais. Como o país é o maior fornecedor mundial da matéria-prima para a fabricação dos painéis solares – o quartzo –, bastaria que o processo de construção dos aparelhos fosse nacional para que o barateamento dos custos servisse de incentivo à ampliação do uso de uma energia renovável ambientalmente menos impactante. A Itaipu Binacional, referência em geração hidrelétrica, está prestes a abrir um novo flanco, garantindo condições para que a matriz energética no Brasil seja ainda mais limpa.

A reportagem é de Katia Brembatti e publicada no jornal Gazeta do Povo, 24-03-2013.

A cidade paranaense de Foz do Iguaçu e o distrito paraguaio de Hernandárias estão a caminho de se tornarem um polo de sustentabilidade, oferecendo soluções na busca da pegada zero de carbono. O projeto intitulado “Silício Verde” é ambicioso e está na fase de avaliação da viabilidade econômica.

O superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, Cícero Bley Júnior, reconhece que a fabricação de painéis solares não é um processo simples – ou alguém já teria feito no Brasil. “São seis fases. Cada uma delas altamente tecnificada e complexa”, diz. Mas ele destaca que é possível. Hoje o país exporta, ao ano, 230 mil toneladas de quartzo extraído de jazidas principalmente em Minas Gerais. Em formato de rocha ou apenas com um simplificado processamento, os cristais vão para China, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos e Alemanha para a fabricação de painéis fotovoltaicos. “A China produz placa solar com carvão. Ou seja, finge que está fazendo energia limpa”, diz Bley Júnior.

Parceiros

O governo estadual e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) são aliados da Itaipu no projeto Silício Verde. Juntos, estão pagando o projeto de viabilidade econômica. Bley Júnior destaca o fato de o Brasil não agregar valor ao quartzo extraído. “O que sai daqui por R$ 1 volta por R$ 1 mil”, comenta. Além da questão monetária, tem o fator logístico. A rocha viaja até 20 mil quilômetros para depois voltar ao país, passeando por igual distância, em forma de placa solar. Bley Júnior reforça que o uso de energia solar está sendo expandido no mundo e, de dependente de equipamentos importados, o Brasil pode passar a exportador de tecnologia.

Devolução do excedente evita desperdício

Uma decisão preponderante para ajudar a deslanchar a energia solar no Brasil foi tomada recentemente, quando o governo mudou as regras do jogo e passou a aceitar a devolução do excedente gerado de eletricidade – que é “jogado” na rede. Sem essa possibilidade, restava ao sistema fotovoltaico desperdiçar a energia gerada em horários de pico, com muita incidência solar, ou buscar formas de armazenar, em baterias, o que era gerado. “A devolução é a saída para vencer alguns problemas da energia a partir de hidrelétricas, como a logística de distribuição. Com a energia solar, o processo é descentralizado. Ela é usada onde é gerada”, comenta Cícero Bley Júnior, superintendente de Energias Renováveis da Itaipu Binacional.

A energia gerada na hidrelétrica também deve abastecer o sistema de produção fotovoltaica. “Cada quilowatt aplicado pela Itaipu é multiplicado e vai gerar onze vezes mais energia. É um ciclo virtuoso, limpo e renovável”, comenta. A ideia é formar, no entorno da usina, um polo nos mesmos moldes da cadeia automotiva, em que uma série de empresas menores e fornecedoras, que processem vidro e borracha, por exemplo, participem da rede. A estimativa é que o projeto vire realidade concreta, com produção industrial, em quatro anos.

Ministério reconhece necessidade de investir em industrialização

A importação dos aparelhos torna a energia solar inviável, na avaliação de João Américo Vilela, professor de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Paraná. “Competir com o preço de outros tipos de energia é quase impossível. Mas é preciso investir nessa área para diversificar a matriz energética”, comenta.

Sobre a exportação in natura de cristais de quartzo, um relatório recente do Ministério de Minas e Energia indica que “é necessária a aplicação, a curto ou médio prazo, de uma política de estímulo a industrialização interna visando agregação de valor à matéria-prima mineral e a solução da dependência externa de produtos industrializados.”

Para Paulo Bastos, um dos fundadores da Sol Bravo, empresa paranaense que desenvolve tecnologias na área de aplicação fotovoltaica, todos os custos embutidos na produção hidrelétrica, como comunidades atingidas e áreas alagadas, não estão sendo contabilizados na hora de avaliar o preço da energia no Brasil. Ele também destaca que, apesar disso, o investimento concreto na energia solar se paga num período de dez anos. O empresário acredita que o barateamento dos aparelhos, a partir da fabricação nacional, seria um incentivo à expansão dessa alternativa. “Colocaria o Brasil no mapa da produção e também do uso”, acredita.

300 mil euros ou R$ 780 mil é o custo orçado para o levantamento de viabilidade econômica do projeto “Silício Verde”, capitaneado pela Itaipu Binacional. Consultores brasileiros e estrangeiros estão analisando se o projeto se sustenta. A estimativa é de que implantar a fabricação de painéis fotovoltaicos deve consumir 1 bilhão de euros (R$ 2,6 bilhões). Com o estudo de viabilidade em mãos, o que deve acontecer até o final do ano, a intenção é conseguir os recursos com fundos de investimento.

Alto custo

O secretário nacional de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Altino Ventura, afirmou que, em quatro ou cinco anos, a energia solar deverá ter um custo competitivo e passará a integrar a matriz energética brasileira. Segundo ele, hoje o custo de geração desse tipo de energia é três a quatro vezes maior do que o de outras fontes. No entanto, o custo desse tipo de energia cai, em média, de 15% a 20% ao ano. No caso da energia solar, o custo oscila entre R$ 300 e R$ 400 por megawatt, enquanto que a média das outras fontes de energia é de R$ 100.

Fonte:IHU


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POLÍTICA ENERGÉTICA DO PAÍS IGNORA ENERGIA SOLAR.

Política energética do País ignora energia solar

O planejamento energético do governo para a próxima década ignora a energia solar, segunda fonte que mais cresce no mundo, depois da eólica. No Plano Decenal de Expansão de Energia 2021, aprovado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), apenas três parágrafos (em 386 páginas) são dedicados à solar. A conclusão é de que “apesar do grande potencial, os custos atuais desta tecnologia são muito elevados e não permitem sua utilização em volume significativo”
O curioso é que outro estudo encomendado pela mesma EPE e publicado em maio, Análise da Inserção da Geração Solar na Matriz Elétrica Brasileira, aponta possibilidades de incentivo e seus possíveis impactos. De acordo com a Nota Técnica, é necessário “estimular o desenvolvimento inicial de uma cadeia fotovoltaica para viabilizar uma redução mais significativa dos custos de produção”. “Isso permitiria também ao País participar em alguma etapa da cadeia de uma indústria de alto valor agregado no âmbito mundial”, conclui.

Como meio para se atingir esse objetivo, o documento sugere a contratação da geração fotovoltaica centralizada, de maior porte, por leilões específicos. No caso da chamada geração distribuída, com ligações residenciais, mostra que o custo já alcançou paridade com tarifas praticadas pelas concessionárias.

Para o engenheiro florestal Tasso Azevedo, a discussão atual sobre energia solar no País é muito parecida com a que ocorreu em relação à eólica no passado recente. “O governo resistiu muito. A presidente, enquanto ministra de Minas e Energia e depois da Casa Civil (no governo Lula), não acreditava em energia eólica e ponto final”, diz. “Com o tempo, ela tende a ser convencida pelos fatos, como ocorreu com a eólica, que está explodindo no País. O problema é que, com isso, a gente fica para trás.”

Para Azevedo, falta ousadia no planejamento. “Há uma confusão com a ideia de que ser conservador tem a ver com segurança.” O engenheiro lembra que o PNE 2030, planejamento energético de longo prazo, publicado em 2008, utilizou dados ultrapassados (de 2000), estimando que o custo de instalação competitivo de US$ 1 mil por Kw seria atingido somente após 2030. Por isso, não incluiu a solar. Hoje, o preço já está abaixo de US$ 1 mil. “É óbvio que temos uma série de desafios para a solar, e o principal deles é o custo de fazer ela concentrada, mas ninguém tem dúvida de que vai ser a mais importante.”

Ele critica o fato de o plano decenal não incluir dados para justificar sua posição, ao contrário do que ocorre em relação aos investimentos em hidrelétricas e termoelétricas. “O governo diz que vai usar a tecnologia quando se chegar ao preço que for conveniente, mas deveria ser o contrário: o que podemos fazer para acelerar.” Bazileu Margarido, do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), lembra que a energia eólica nem aparecia no plano setorial finalizado há 3 anos. O argumento era o mesmo usado hoje para descartar a solar.

Enquanto isso, outros países faziam investimentos pesados. “No dia em que a nova tecnologia for acessível, vamos ser um país comprador.” Segundo ele, um modelo mais descentralizado, com consumidores que poderiam gerar a energia que consomem e obter créditos, contraria interesses.

O estudo da EPE mostra que o desenvolvimento da solar fotovoltaica ocorreu via incentivos no mundo todo, e que a tendência é que os custos continuem caindo e a fonte se torne competitiva sem a necessidade de incentivos.

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Fonte:IHU

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